I TORNEIO INTER-CLASSES DE HANDEBOL DA E.E JORGE FERREIRA 2011
REGULAMENTO
TÍTULO I - DAS FINALIDADES
Art. 1º – A finalidade do I torneio inter-classes de handebol da E.E Jorge Ferreira é incentivar a prática do desporto escolar competitivo e através dele o gosto pelo esporte, contribuído para o desenvolvimento físico e emocional da criança, potencializando um ambiente social próprio entre os alunos, estimulando o desenvolvimento motor, cognitivo concentração, criatividade e construção de atitudes de cooperação, lealdade respeito e participação solidária entre os participantes.
TÍTULO II - DA ORGANIZAÇÃO E EXECUÇÃO
Art. 2º - O I torneio inter-classes de handebol é um evento promovido pela E.E Jorge Ferreira e organizado pelo corpo docente e demais funcionários da unidade escolar.
Parágrafo Único: Todos os participantes, alunos, dirigentes, professores estarão submetidos às normas e determinações técnicas e disciplinares deste regulamento.
TÍTULO III - PERÍODO DE REALIZAÇÃO
Art. 3º - O I torneio Inter-Classes de handebol será realizado entre os dias 27 a 31 de junho de 2011.
TÍTULO IV - DA PARTICIPAÇÃO.
Art. 4º - Somente poderão participar do I torneio inter-classes de handebol, os alunos da referida unidade escolar, estudantes do período da manhã, 4º anos e 4ª séries que não tenham nenhum impedimento de ordem disciplinar e com a autorização para pratica de Educação física assinada, em dia com suas obrigações escolares e que não estejam com conceitos vermelhos nos bimestres anteriores na disciplina Educação física.
Parágrafo Único: Cada classe ou turma poderá inscrever 11 atletas selecionados pelo técnico da equipe dentre os alunos matriculados na referida turma,sendo 7 (sete) atletas titulares e 4 (quatro) reservas, a equipe titular deverá possuir pelo menos três atletas do sexo feminino, entre os atletas reservas deverá possuir pelo menos 2 atletas do sexo feminino.A Comissão técnica será formada por no máximo 3 (três) componentes, um técnico, um auxiliar técnico e um secretario.
Art. 5º - Somente poderão participar do I torneio de handebol, alunos regularmente matriculados na escola E.E Jorge Ferreira que estejam freqüentando, presencialmente, curso regular de Ensino fundamental no período da manhã.
Art. 6º - Para identificação dos alunos o técnico da equipe deverá entregar para o comitê de organização a lista contendo o nome da equipe o grito de guerra por escrito, o número da chamada seguido do nome completo e idade dos atletas, devera indicar também na frente ao nome em parênteses a função de goleiro titular, goleiro reserva e capitão da equipe, deverá indicar também um tópico com os nomes da equipe técnica.
Parágrafo único: Poderá participar do I torneio de handebol o aluno que estiver em condições de saúde, apto para a prática esportiva e de atividade física e devidamente comprovado por autorização para a prática de Educação física escolar.
TÍTULO V - DAS INSCRIÇÕES
Art. 7º - Será considerado escrito o aluno que constar na lista descrita no artigo anterior.
TÍTULO VI - DA SOLENIDADE DE ABERTURA
Art. 8º - A Solenidade de Abertura do I torneio de handebol será no pátio da escola com data a definir. Será obrigatória a presença de todas as equipes participantes, devidamente uniformizadas.
TÍTULO VII – DA FAIXA ETÁRIA
Art. 9º - alunos que tenham entre 08 a 12 anos de idade.
TÍTULO VIII - DO MATERIAL ESPORTIVO E UNIFORME
Art. 10º - As equipes deverão apresentar-se para as competições com uniformes ou roupas próprias para a pratica de educação física, camiseta, shorts e tênis, eventualmente devido a falta de padronização nas cores das camisetas, será fornecido colete colorido de acordo com a disponibilidade da escola.
Parágrafo Único: o goleiro deve usar calça comprida.
.
TÍTULO IX – SORTEIO DE CHAVES E SISTEMA DE DISPUTA
Art. 11º - A disputa será por ELIMINATÓRIA SIMPLES para efeito de classificação e nas disputas de terceiros e quarto lugares as chaves serão feitas por emparceiramento (ou sorteio) conforme os dias da pratica de educação física das turmas envolvidas na disputa salvo alterações em algumas datas para propiciar as disputas entre os 4º anos e quartas séries, nas primeiras fases os jogos serão apenas entre anos e séries iguais (quarto ano contra quarto ano) e (quarta série contra quarta série) em grupos diferentes. Durante as disputas serão obedecidas as Regras Oficiais vigentes e todo o disposto nos demais artigos deste Regulamento Geral e decisões do Comitê Organizador.
Parágrafo primeiro: é obrigatória a participação de no mínimo 3 (três) atletas do sexo feminino em cada equipe durante o jogo.
Parágrafo Segundo: O campeão da disputa entre os 4º anos ganhará uma vaga para participar das eliminatórias entre os 4ª séries, podendo se sagrar campeão geral da disputa,participando das 2 premiações.
Art. 12º - O tempo de jogo será de 30 minutos, divididos em 3 tempos de 10 minutos com 2 intervalos de 5 minutos para hidratação, descanso e orientação técnica.
Parágrafo único: em caso de empate no tempo normal, a disputa será definida por 5 (cinco) tiros livres para cada equipe,será considerada vencedora a equipe que marcar o maior numero de tentos,se persistir o resultado as cobranças continuam de forma intercalada.
TÍTULO X – DA ARBITRAGEM
Art. 13 º - As disputas serão arbitradas pelo professor de educação física ou estagiário de educação física convidado para este fim.
TÍTULO XI - DAS PENALIDADES E PROTESTOS
Art. 14 º - Serão aplicadas as seguintes penas disciplinares durante as partidas.
1. Cartão amarelo (advertência por falta coletiva)
2. Cartão azul (exclusão por 2 minutos)
3. Cartão vermelho (expulsão)
Art.15 A punição com cartão vermelho é a maior penalidade em que esta sujeito o atleta sendo impedido de continuar no jogo e ficando suspenso para a próxima partida da equipe, e será aplicado quando o atleta:
a) Prejudicar o bom andamento da competição;
b) Promover desordens durante as disputas - nos locais onde os mesmos estão sendo realizados, assim como nas proximidades;
c) Incentivar nos atletas o desrespeito às autoridades;
d) Estimular a prática da violência entre os atletas;
e) Proferir palavras ou fazer gestos ofensivos à moral;
f) Atirar objetos nos locais das disputas;
g) Invadir os locais das disputas;
h) Participar de atos de agressão mútua;
i) Faltar com o respeito às autoridades ou dirigentes da competição;
j) Tentar ou agredir os árbitros, demais autoridades e adversários;
l) Depredar as instalações ou locais das disputas.
Parágrafo único – É critério exclusivo do Comitê Organizador, eliminar toda a equipe ou apenas pessoas de responsabilidade definida, visando preservar a disciplina e o espírito amistoso da Competição.
TÍTULO XII - DAS PREMIAÇÕES
Art. 16º - Os atletas de cada equipe em primeiro, segundo e terceiro lugares serão contemplados com medalhas.
Parágrafo Único: Serão premiados os 3 primeiros colocados, classificados nos seus respectivos anos ou séries.
TÍTULO XIII - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 17 º - Deverão ser consideradas válidas somente as informações contidas neste Regulamento Geral .
Art. 18 º - O Diretor da unidade escolar será a autoridade máxima do I torneio inter-classes de handebol da E.E Jorge Ferreira , durante as disputas, tendo poder para transferir ou suspender as disputas e tomar as possíveis providências cabíveis para o bom andamento da competição.
Art. 19º - Qualquer disputa poderá ser suspensa ou transferida por motivos imperiosos, sendo que caberá ao Comitê Organizador estipular a nova programação.
Art. 20 º simultaneamente ao I torneio inter-classes de handebol da E.E Jorge Ferreira 2011, haverá a eleição da melhor torcida organizada.
Parágrafo único: caberá ao comitê organizador eleger a melhor torcida.
Art. 21 º - Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pelo Comitê Organizador do I torneio inter-classes de handebol da E.E Jorge Ferreira 2011.
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sábado, 4 de junho de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
HANDEBOL
E.E. JORGE FERREIRA
PROFESSOR: CLÁUDIO GARCIA
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA
4O E 5O ANOS
HANDEBOL
HISTÓRIA
Atribui-se a invenção do Handebol ao professor Karl Schellenz, da Escola Normal de Educação Física de Berlim,(ALEMANHA)em 1914. No iníco, o Handebol era praticado apenas por moças.Os campos tinham 40x20m. Pouco depois em campos de dimensões maiores, o esporte passou a ser praticado por homens em aquipes com 11 jogadores.
A primeira vez que o Handebol foi disputado em uma olimpíada foi em 1936, depois foi retirado e voltou em 1972, já na sua nova versão (de 7 jogadores) e em 1976 o Handebol feminino também passou a fazer parte dos Jogos Olímpicos.
A Origem do Handebol
O Handebol é um dos esportes mais antigos de que que se tem notícia. Ele ja apresentou uma grande variedade de formas até a praticada atualmente.
Um jogo com bola foi descrito por Homero em "A Odisséia", onde a bola era jogada com as mãos e o objetivo era ultrapassar o oponente, através de passes, isto está gravado em uma pedra na cidade de Atenas e data de 600 A.C.. De acordo com as escritas do médico Romano, Claudius Galenus (130-200 D.C.), os Romanos possuiam um jogo de Handebol chamado "Harpaston". Na Idade Média, as legiões de cavaleiros jogavam um jogo de bola, o qual era fundamentado em passes e metas, isto foi descrito por Walther von der Vogelwide (1170-1230), que o chamou de "Jogo de Pegar Bola", que é precursor do atual jogo de Handebol. Na França, Rabelais(1494-1533), fala sobre um jogo de Handebol em que "Eles jogam bola, usando a palma da mão".
Em 13 de Setembro de 1920, Carl Diem, o Diretor da Escola Superior de Educação Física Alemã, completou o estabelecimento do esporte no cenário mundial, reconhecendo-o oficialmente como esporte. O jogo era praticado em campos de Futebol com traves do mesmo tamanho. O primeiro jogo internacional foi disputado em 3 de Setembro de 1925, com vitória da Alemanha sobre a Austria por 6 a 3.
História Olímpica
O Handebol fez sua estréia nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936. Na época era mais popular e mais divulgado o Handebol de Campo. Este era praticado em campos de grama com dimensões e gols similares aos do Futebol, com 11 jogadores por equipe. Houve apenas competições masculinas e esta foi a única vez que este tipo de Handebol participou das Olimpíadas (atualmente não se pratica mais esta variável do Handebol, ocorrem ocasionalmente apenas alguns jogos em eventos ou por antigos adimiradores).
Sendo reintroduzido nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, o Handebol voltou ao cronograma olímpico mas com outra modalidade, o Handebol de Quadra (conhecido atualmente apenas por Handebol). Este possui times com 7 jogadores, é praticado em quadras de 40m por 20m e gols de 2m por 3m. Em 1972 apenas ocorreram competições masculinas. As competições femininas foram introduzidas nos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976. A partir desta data não houveram mudanças significativas do Handebol nas Olimpíadas.
NO BRASIL
O Handebol no Brasil Após a I Grande Guerra Mundial, um grande número de imigrantes alemães vieram para o Brasil estabelecendo-se na região sul por conta das semelhanças climáticas.
Dessa forma os brasileiros passaram a ter um maior contato com a cultura, tradição folclórica e por extensão as atividades recreativas e desportivas por eles praticadas, dentre os quais o então Handebol de Campo. Foi em São Paulo que ele teve seu maior desenvolvimento, principalmente quando em 26 de fevereiro de 1940 foi fundada a Federação Paulista de Handebol, tendo como seu 1 ° Presidenta Otto Schemelling.
O Handebol de Salão somente foi oficializado em 1954 quando a Federação Paulista de Handebol instituiu o I Torneio Aberto de Handebol que foi jogado em campo improvisado ao lado do campo de futebol do Esporte Clube Pinheiros, campo esse demarcado com cal (40x20m e balizas com caibros de madeira 3x2m).
Este Handebol praticado com 7 jogadores e em um espaço menor agradou de tal maneira que a Confederação Brasileira de Desportos - CBD órgão que congregava os Desportos Amadores a nível nacional, criou um departamento de Handebol possibilitando assim a organização de torneios e campeonatos brasileiros nas várias categorias masculina e feminina.
Contudo, a grande difusão do Handebol em todos os Estados adveio com a sua inclusão nos III Jogos Estudantis Brasileiros realizado em Belo Horizonte-MG em julho de 1971 como também nos Jogos Universitários Brasileiros realizado em Fortaleza-CE em julho de 1972. Como ilustração, nos JEB's/72 o Handebol teve a participação de aproximadamente 10 equipes femininas e 12 masculinas, já em 1973 nos IV JEB's em Maceió-AL tivemos cerca de 16 equipes femininas e 20 masculinas.
A atual Confederação Brasileira de Handebol - CBHb foi fundada em 1º de junho de 1979, tendo como primeira sede São Paulo e o primeiro Presidente foi o professor Jamil André.
PROFESSOR: CLÁUDIO GARCIA
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA
4O E 5O ANOS
HANDEBOL
HISTÓRIA

Atribui-se a invenção do Handebol ao professor Karl Schellenz, da Escola Normal de Educação Física de Berlim,(ALEMANHA)em 1914. No iníco, o Handebol era praticado apenas por moças.Os campos tinham 40x20m. Pouco depois em campos de dimensões maiores, o esporte passou a ser praticado por homens em aquipes com 11 jogadores.
A primeira vez que o Handebol foi disputado em uma olimpíada foi em 1936, depois foi retirado e voltou em 1972, já na sua nova versão (de 7 jogadores) e em 1976 o Handebol feminino também passou a fazer parte dos Jogos Olímpicos.
A Origem do Handebol
O Handebol é um dos esportes mais antigos de que que se tem notícia. Ele ja apresentou uma grande variedade de formas até a praticada atualmente.
Um jogo com bola foi descrito por Homero em "A Odisséia", onde a bola era jogada com as mãos e o objetivo era ultrapassar o oponente, através de passes, isto está gravado em uma pedra na cidade de Atenas e data de 600 A.C.. De acordo com as escritas do médico Romano, Claudius Galenus (130-200 D.C.), os Romanos possuiam um jogo de Handebol chamado "Harpaston". Na Idade Média, as legiões de cavaleiros jogavam um jogo de bola, o qual era fundamentado em passes e metas, isto foi descrito por Walther von der Vogelwide (1170-1230), que o chamou de "Jogo de Pegar Bola", que é precursor do atual jogo de Handebol. Na França, Rabelais(1494-1533), fala sobre um jogo de Handebol em que "Eles jogam bola, usando a palma da mão".
Em 13 de Setembro de 1920, Carl Diem, o Diretor da Escola Superior de Educação Física Alemã, completou o estabelecimento do esporte no cenário mundial, reconhecendo-o oficialmente como esporte. O jogo era praticado em campos de Futebol com traves do mesmo tamanho. O primeiro jogo internacional foi disputado em 3 de Setembro de 1925, com vitória da Alemanha sobre a Austria por 6 a 3.
História Olímpica
O Handebol fez sua estréia nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936. Na época era mais popular e mais divulgado o Handebol de Campo. Este era praticado em campos de grama com dimensões e gols similares aos do Futebol, com 11 jogadores por equipe. Houve apenas competições masculinas e esta foi a única vez que este tipo de Handebol participou das Olimpíadas (atualmente não se pratica mais esta variável do Handebol, ocorrem ocasionalmente apenas alguns jogos em eventos ou por antigos adimiradores).
Sendo reintroduzido nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, o Handebol voltou ao cronograma olímpico mas com outra modalidade, o Handebol de Quadra (conhecido atualmente apenas por Handebol). Este possui times com 7 jogadores, é praticado em quadras de 40m por 20m e gols de 2m por 3m. Em 1972 apenas ocorreram competições masculinas. As competições femininas foram introduzidas nos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976. A partir desta data não houveram mudanças significativas do Handebol nas Olimpíadas.
NO BRASIL
O Handebol no Brasil Após a I Grande Guerra Mundial, um grande número de imigrantes alemães vieram para o Brasil estabelecendo-se na região sul por conta das semelhanças climáticas.
Dessa forma os brasileiros passaram a ter um maior contato com a cultura, tradição folclórica e por extensão as atividades recreativas e desportivas por eles praticadas, dentre os quais o então Handebol de Campo. Foi em São Paulo que ele teve seu maior desenvolvimento, principalmente quando em 26 de fevereiro de 1940 foi fundada a Federação Paulista de Handebol, tendo como seu 1 ° Presidenta Otto Schemelling.
O Handebol de Salão somente foi oficializado em 1954 quando a Federação Paulista de Handebol instituiu o I Torneio Aberto de Handebol que foi jogado em campo improvisado ao lado do campo de futebol do Esporte Clube Pinheiros, campo esse demarcado com cal (40x20m e balizas com caibros de madeira 3x2m).
Este Handebol praticado com 7 jogadores e em um espaço menor agradou de tal maneira que a Confederação Brasileira de Desportos - CBD órgão que congregava os Desportos Amadores a nível nacional, criou um departamento de Handebol possibilitando assim a organização de torneios e campeonatos brasileiros nas várias categorias masculina e feminina.
Contudo, a grande difusão do Handebol em todos os Estados adveio com a sua inclusão nos III Jogos Estudantis Brasileiros realizado em Belo Horizonte-MG em julho de 1971 como também nos Jogos Universitários Brasileiros realizado em Fortaleza-CE em julho de 1972. Como ilustração, nos JEB's/72 o Handebol teve a participação de aproximadamente 10 equipes femininas e 12 masculinas, já em 1973 nos IV JEB's em Maceió-AL tivemos cerca de 16 equipes femininas e 20 masculinas.
A atual Confederação Brasileira de Handebol - CBHb foi fundada em 1º de junho de 1979, tendo como primeira sede São Paulo e o primeiro Presidente foi o professor Jamil André.
FONTE: PORTAL SÃO FRANCISCO ,FEDERAÇÃO PAULISTA DE HANDEBOL
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Frente Parlamentar da Capoeira é relançada na Câmara
Frente Parlamentar da Capoeira é relançada com dois objetivos: reconhecer a profissão de capoeirista e transformar essa mistura de luta com dança em esporte, como forma de valorizar a luta e seus praticantes.
Créditos/ Câmara Hoje
Produção Michelle Martins
Dep. Márcio Marinho (PR-BA) - Presidente da Frente
Dep. Acelino Popó (PRB-BA)
Dep. Arnaldo Faria De Sá (PTB-SP) - Autor do Projeto de Lei
Reginaldo da Silveira Lopes - Mestre Esquisito
Keila Costa - Contramestre de Capoeira
fonte:http://www2.camara.gov.br/tv
quarta-feira, 20 de abril de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
PROPOSTA CURRICULAR EDUCAÇÃO FÍSICA
PROPOSTA CURRICULAR DE 1ª A 4ª SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL
Professor Ms Sérgio Roberto SILVEIRA
1. Introdução
A Secretaria de Estado da Educação (SEE), por meio da Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas (CENP), exerce o papel de orientação e estruturação curricular, de apoio pedagógico ao desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem e de elaboração de materiais com relevância educacional. O trabalho realizado pela SEE/CENP na área específica de Educação Física tem como preocupação central promover um ensino de qualidade na rede pública estadual, respaldado em estudos que evidenciem e fortaleçam a relação entre o referido componente curricular e a área de conhecimento correspondente.
As ações da SEE/CENP destinam-se à implantação, implementação, elaboração de materiais, formação continuada e acompanhamento de orientações pedagógicas com vistas ao sucesso do processo ensino-aprendizagem. Os documentos produzidos até o presente representam o resultado das discussões e estudos promovidos na capacitação permanente dos professores da rede. Dentre esses documentos destacam-se: os subsídios para implementação dos Guias Curriculares (1971), as Propostas Curriculares para o ensino de 1º e 2º graus (1992) e a elaboração dessa nova Orientação Curricular abarcando o ensino fundamental e médio.
A presente orientação não constitui um modelo curricular rígido e impositivo; pelo contrário, traz um conjunto de proposições que podem servir de referências ou pontos de partida com base nos quais cada escola, cada professor possa elaborar e desenvolver um currículo capaz de atingir as finalidades do processo de educação escolarizada com eficácia e eficiência, desde que respeitadas as particularidades regionais e institucionais bem como as características sociais, culturais, políticas, étnicas e religiosas da população a que se destina.
É importante enfatizar que essa orientação emanou de um processo amplo de formação continuada, desencadeado pelo Governo de Estado nos últimos anos, para melhorar a qualidade do ensino da Educação Física. Trata-se, portanto, de uma orientação que traz no cerne a discussão com a rede, o que assegura flexibilidade na sua implementação.
Como não poderia deixar de ser, o conteúdo da orientação incorpora as sugestões das várias abordagens apresentadas nos últimos anos para a Educação Física Escolar, devidamente selecionadas com os olhos voltados para os aspectos e elementos em comum e não para diferenças e peculiaridades de cada uma dessas abordagens. Com isso, procurou-se garantir a coerência interna da orientação, evitando-se tanto o viés programático como o ecletismo conceitual, tão criticados nas propostas anteriores.
Um aspecto fundamental dessa orientação é a sua preocupação em relacionar a educação física escolar com a sua área de conhecimento correspondente. Historicamente, a educação física foi identificada muito mais como uma atividade curricular e não como uma disciplina curricular, em virtude da confusão que se fazia entre atividade física e educação física, o que, por sua vez, dificultava a busca e a definição de um corpo de conhecimentos a ser disseminado de forma organizada e seqüencial ao longo do processo de escolarização, como acontece com todas as outras disciplinas curriculares.
Finalmente, a orientação ressalta a especificidade da educação física escolar, com o objetivo de deixar claramente definida a sua função no contexto da educação escolarizada. Os objetivos específicos da educação física devem estar atrelados às finalidades da educação escolarizada, mas não podem ser confundidos com elas. A não definição da sua especificidade tem contribuído fortemente para a identificação da educação física como um coadjuvante do processo de escolarização, sem conteúdo próprio e, portanto, a serviço de outras disciplinas curriculares para a realização de seus objetivos específicos ou como um meio auxiliar para o alcance de metas genéricas não diretamente relacionadas com o processo de escolarização.
2. Um retrospecto sucinto
O primeiro documento elaborado com o intuito de estabelecer as diretrizes gerais para o ensino (correspondente, nos dias atuais, à educação básica) normatizando os encaminhamentos dos componentes que alicerçam a estrutura do currículo em relação às finalidades educacionais e ao processo de ensino-aprendizagem, foi aquele intitulado “Guias Curriculares”, também conhecidos pelos professores como “verdão” em decorrência da cor da capa do material. Ele foi elaborado no final da década de sessenta e início da década de setenta do século passado e deve-se reconhecer que representou um avanço nas orientações educacionais do Estado e do país, apesar das críticas recebidas.
Nesse documento, a Educação Física foi tratada como pertencente à área de comunicação e expressão, juntamente com a Língua Portuguesa e a Educação Artística (tal como foi chamada na época). Dentre as críticas feitas ao documento podem-se destacar resumidamente as seguintes: a desconsideração das peculiaridades regionais de cada comunidade por causa dos encaminhamentos que pressupunham uma cultura única para o Estado inteiro; os objetivos educacionais que foram chamados de mecanicistas por estabelecerem referenciais para as características dos alunos com base em dados exteriores aos da população brasileira; os parâmetros de avaliação que conceberam a aprendizagem do conhecimento como um processo homogêneo para todos, relegando as diferenças individuais.
À Secretaria de Estado da Educação de São Paulo coube a tarefa de elaboração dos subsídios e de realização do programa de capacitação de professores para atuarem nas escolas seguindo esses referenciais. Dessa forma, a SEE/CENP elaborou uma série de materiais para a implementação dos Guias Curriculares e promoveu um programa de capacitação dos professores em massa para vivenciarem as práticas a serem desenvolvidas no trabalho escolar. Os objetivos, bem como a metodologia de ensino, foram identificados como alinhados à corrente mecanicista em razão do método diretivo centrado no professor e da definição prévia dos resultados a serem alcançados.
É oportuno esclarecer que os estudos que precederam à elaboração dos Guias Curriculares foram oriundos do processo educacional desencadeado pelo movimento da Escola Nova. Contudo, a edição do documento e a elaboração dos subsídios teóricos e práticos para a sua implementação foram realizadas no regime político da ditadura militar. As tendências metodológicas de ensino e a formação do profissional de Educação Física também sofreram fortes influências desse movimento político, as quais só foram modificadas com a restauração da democracia.
Com o declínio da ditadura militar e o fortalecimento da democracia, ocorreram várias mudanças na política educacional dos governos federal e estadual. Acompanhando essas mudanças, a SEE/CENP elaborou, na década de 1980, as propostas curriculares para a educação básica, abarcando todos os componentes do ensino.
Concomitantemente a essa reforma no sistema educacional do Estado, observou-se na Educação Física um amplo processo de discussões acadêmicas, especialmente no que diz respeito à definição de seu objeto de estudo e à sua caracterização como uma área de conhecimento. Essas discussões levaram a uma reavaliação das finalidades da Educação Física dentro e fora do contexto escolar.
As propostas curriculares para os diversos componentes do ensino, apresentadas pela SEE/CENP, configuraram-se como um empreendimento inusitado para o Estado de São Paulo. Elaboraram-se duas propostas curriculares específicas para a Educação Física: uma para o ensino de 1º grau (versão final em 1992) e outra para o ensino de 2º grau (1992). Dessa vez, elas procuraram respeitar as características regionais do Estado e contribuíram significativamente para a consolidação de um trabalho sério de Educação Física em São Paulo e, por que não dizer, no país.
Esse processo atravessou todo o período de efervescência das discussões acadêmicas ocorridas na Educação Física, que resultaram numa série de abordagens para o seu desenvolvimento na instituição escolar. Portanto, o conteúdo das propostas foi influenciado por essas tendências e orientações, dificultando a definição de uma diretriz pedagógica coerente que abarcasse tanto o ensino de 1º grau como de 2º grau. Os seus pressupostos teóricos reportavam-se a diferentes abordagens, mas ao cabo das discussões caminhou-se para um tratamento metodológico, o qual a rede estadual chamou genericamente de “socio-interacionista”.
Essa proposta foi testada gradativamente na rede pública estadual. O processo de capacitação de professores deu-se de forma mais centralizada, ou seja, a SEE/CENP trabalhou com os representantes da área específica, pertencentes às oficinas pedagógicas lotadas nas antigas Delegacias de Ensino. Esses representantes da área eram os responsáveis pela capacitação subseqüente dos professores jurisdicionados em sua região. Grandes avanços foram observados com a implementação, especialmente no que se refere aos encaminhamentos dos enfoques educacionais, à elevação do status da Educação Física na instituição escolar e ao processo metodológico que se instaurava, denominado de “construtivismo”. Segundo a proposta curricular para o ensino de Educação Física no 1º grau:
No construtivismo, a intenção é a construção do conhecimento a partir da interação do sujeito com o mundo, numa relação que extrapola o simples exercício de ensinar e aprender. A dinâmica do construir o saber é ampla, incluindo necessariamente as idéias de ‘descobrir’, de ‘inventar’, de ‘redescobrir’, de ‘criar’. Importa tanto ‘o que fazer ’ quanto o ‘como e por que fazer’, e paradoxalmente, não importa somente a explicação da ação senão interiorizada e a serviço da aquisição de um modo próprio, peculiar e inovador de pensar. A explicação da ação se fará no sentido de compreensão, posto que conhecer é atribuir um sentido, um significado, que dependerá das estruturas mentais que se possui.
Se a ação pedagógica do professor for norteada por esse modo de pensar, a metodologia da Educação Física terá como referenciais as condições concretas do aluno, o conhecimento dos períodos de seu desenvolvimento relacionados aos esquemas de elaboração mental, o respeito a sua individualidade, sem perder de vista o contexto grupal no qual o aluno está inserido. (Proposta curricular para o ensino de Educação Física para o 1º grau, 1992, p.9-10).
As críticas apontadas a essa metodologia de ensino diziam respeito principalmente à contraposição do construtivismo - apresentado como salvador da educação - ao mecanicismo - caracterizado como retrógrado e ultrapassado. Na realidade, era muito difícil apontar um professor como mecanicista ou construtivista isoladamente, dadas as características de seu próprio processo de formação no ensino superior, que não preparava o futuro professor nem para atuar somente de uma maneira ou de outra. Na prática, os resultados apontavam para um professor com um determinado discurso em relação à fundamentação teórica, mas sem saber ao certo como resolver o problema da intervenção prática em razão de encontrar-se num momento de transição.
Na década de noventa do século passado, o sistema de ensino deparou-se com a elaboração da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9394/96 e dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) pelo governo federal, para todos os componentes do ensino escolar. Com relação à Educação Física, os autores do PCN não foram os mesmos para os diferentes documentos produzidos: séries iniciais do ensino fundamental, séries finais do ensino fundamental e para o ensino médio. O resultado foi um documento que evidenciava uma descontinuidade de conteúdo no processo educacional. Além disso, ele não foi capaz de considerar adequadamente os aspectos regionais de cada estado brasileiro. Mesmo assim, alguns avanços foram observados para todo o ensino: a aprendizagem pautada em saberes conceituais, procedimentais e atitudinais, bem como a consideração da aprendizagem em relação ao desenvolvimento de competências e habilidades para se lidar com o conhecimento.
A partir da promulgação da LDB 9.394/96 e da elaboração do PCN (1998), observou-se o surgimento de projetos que mudam o rumo da Educação Física na instituição escolar. No ano
de 2000, a SEE/CENP, com respaldo na LDB 9394/96, implantou o Projeto Correção de Fluxo do Ciclo II, com a finalidade de corrigir a defasagem idade/série que o sistema de avaliação e de reprovação escolar produziu ao longo dos anos anteriores. O projeto tinha a finalidade de proporcionar ao aluno que o freqüentasse durante o período de um a dois anos, um salto nas séries escolares, de forma não seqüencial, de modo que ele conseguisse despertar para as competências e habilidades para se lidar com o conteúdo, independentemente da série escolar a que fosse remanejado. Dessa forma, estaria novamente em condições de acompanhar o seu grupo de colegas de mesma idade e que compartilhasse dos mesmos interesses.
Assim, a SEE/CENP contratou da Ong CENPEC (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Ações Complementares à Escola e Política Públicas), em 2000, os serviços de produção de materiais e de capacitação de professores para os docentes que assumissem as aulas dessas classes. O modelo de capacitação desenvolvido foi o centralizado: preparavam-se os Assistentes Técnicos Pedagógicos (ATP) do núcleo das oficinas pedagógicas das chamadas Diretorias Regionais de Ensino do Estado; os ATP tinham a função de capacitar posteriormente os professores de suas diretoras de ensino, os quais haviam se inscrito para implantação do r
E ferido projeto.
A capacitação foi fundamentada numa proposta pedagógica elaborada para todos os componentes curriculares e para a escola como um todo, pautada nos seguintes elementos: trabalho heterogêneo (consideração das diferenças individuais), trabalho diversificado (favorecendo a participação do aluno em atividades coletivas, em grupos e na forma individual), aprendizagem não homogênea (consideração dos diferentes ritmos de aprendizagem) e com um processo de avaliação apontando os avanços na aprendizagem e olhando para as dificuldades como redimensionadoras do processo ensino-aprendizagem.
Diferentemente de outros componentes curriculares, como a Educação Física ainda não tinha um material pronto, o mesmo foi sendo discutido, produzido e testado paulatinamente com o próprio grupo de ATP e depois com o grupo de professores que assumiriam as aulas do projeto. Isso possibilitou uma experiência muito interessante da qual se pode destacar o seguinte: o procedimento metodológico que foi constituído de três fases - a prática, a reflexão e o registro; o conteúdo selecionado apresentava um recorte no currículo para dar atendimento à potencialização de competências e habilidades e proporcionar um salto qualitativo na recuperação da demanda de defasagem idade/série - esse recorte de conteúdo foi organizado em três temáticas relacionadas ao objeto de estudo, sem necessariamente apresentar uma seqüência de aprendizagem.
A partir dos resultados de aprendizagem favoráveis que esse projeto produziu na rede pública estadual, a SEE/CENP estabeleceu uma nova ação: a de irradiação dos fundamentos da proposta pedagógica e da metodologia de ensino a todos os professores/alunos do ensino regular do ensino fundamental e médio. Essa ação foi desenvolvida mais como uma sensibilização, mas os professores que ousaram aplicar esse projeto na prática obtiveram resultados muito satisfatórios na aprendizagem significativa de conhecimentos específicos por parte dos alunos, o que o transformou no referencial para o trabalho no ano de 2003.
Em 2003, por meio da Resolução 184/02, a SEE implantou as aulas de Educação Física nas séries iniciais do ensino fundamental, desenvolvidas pelo professor especialista da área. Isso implicou uma reorganização do trabalho a ser desenvolvido no ensino fundamental e, como conseqüência, no ensino médio. Dois fóruns de Educação Física Escolar foram realizados em 2002, com o intuito de discutir a entrada do professor especialista em toda a escolarização do ensino fundamental e médio. O grupo de ATPs e professores especialistas que participaram dos fóruns destacaram, em relação ao encaminhamento de 2003, a relevância dos avanços obtidos na área e as experiências metodológicas obtidas a partir da implantação do projeto Correção de Fluxo do Ciclo II.
Levando-se em consideração as reivindicações e a história do profissional especialista da própria rede estadual de ensino, iniciou-se a implementação de um trabalho que partiu da disseminação das experiências bem sucedidas dos professores para todo o ensino fundamental e médio. Dessa forma, a presente proposta curricular incorpora, no seu conteúdo, um trabalho que já está sendo discutido, implementado e testado junto à rede estadual de ensino.
3. Uma nova visão da área de Educação Física
O trabalho com a Educação Física na instituição escolar remete-nos ao ensino acerca do objeto de estudo da área de conhecimento correspondente: o movimento humano ou, mais especificamente, a cultura do movimento. A Educação Física Escolar responsabiliza-se pela disseminação dos saberes escolares relativos à especificidade da área de conhecimento, ou seja, orientação e aplicação pedagógica desse conhecimento específico para contribuir na formação de um cidadão autônomo, crítico e participativo, capaz de atuar com competência, responsabilidade e dignidade na sociedade em que vive e assim contribuir para a sua constante transformação.
O esporte, o jogo, a ginástica, o exercício e a dança são categorias de movimento que se caracterizam como fenômenos socioculturais e constituem parte importante do acervo cultural da humanidade, as quais podemos denominar de cultura do movimento. O conhecimento sistematizado e acumulado historicamente acerca desses elementos da cultura do movimento é o que a Educação Física Escolar procura disseminar por meio do ensino (Tani & Manoel, 2004). O domínio desse conhecimento sistematizado é um instrumento essencial para o exercício da cidadania. Dessa maneira, as aulas de Educação Física na escola ganham um verdadeiro significado, deixando de lado o "fazer pelo fazer", a "prática pela prática", para disseminar e socializar um saber relativo à cultura do movimento, instrumentalizando o aluno para otimizar e potencializar suas capacidades de movimento e assim melhor interagir no meio físico, social e cultural em que vive.
Acredita-se que a disseminação de saberes acerca da cultura do movimento, presentes em práticas motoras variadas - tanto em atividades motoras básicas como culturalmente determinadas (o jogo, por exemplo), assim como em outras atividades do cotidiano - pode proporcionar a aplicação desses conhecimentos de forma adequada à sua condição individual. Podemos ainda apontar que pode potencializar o estímulo para a sua prática regular e sistemática ao longo da vida, adotando conscientemente um estilo de vida ativo na busca de uma melhor qualidade de vida.
Constata-se a existência de um grande interesse por parte da população em praticar atividades físicas regularmente visando à manutenção ou melhoria da saúde, haja vista a adesão das pessoas às campanhas de esclarecimentos e de prática de atividades físicas em parques, centros de lazer, escolas e outras instituições congêneres. Todavia, a aderência dessa população à prática da atividade física ao longo da vida, necessita de esclarecimentos para uma tomada de consciência não apenas dos seus benefícios, mas também para construir canais de reivindicações capazes de transformar a realidade social encontrada (Saba, 2001).
Por outro lado, uma parcela significativa da população ainda não tomou consciência da importância da prática regular e sistemática de atividade física, sofrendo conseqüências danosas à saúde causadas pelo sedentarismo: aumento dos índices de obesidade, problemas cardíacos, stress e perda gradativa do potencial de determinadas capacidades físicas que podem levar à perda de autonomia de movimento, com sérias implicações sociais. Essa falta de consciência pode ser observada também na prática inadequada de atividades físicas, com sérias conseqüências, como lesões no aparelho locomotor por causa de sobrecarga excessiva, tendinites, problemas posturais, desvios de coluna e assim por diante. O pobre desenvolvimento do repertório motor é um outro importante aspecto a ser considerado, pois implica muitas vezes em exclusão social, ocasionada pela falta de habilidade em realizar movimentos necessários para a efetiva interação com o ambiente físico, social e cultural, como, por exemplo, dançar num baile informal ou participar de um jogo numa situação de lazer.
Diante desse quadro, o desafio que se coloca à Educação Física Escolar é muito grande: fomentar a disseminação do conhecimento acerca do movimento humano, promovendo situações no processo ensino-aprendizagem que contribuam para a conquista da autonomia e consciência como cidadão crítico. Durante as aulas de Educação Física, os alunos precisam ser estimulados a participarem e vivenciarem diversos movimentos, bem como a refletirem acerca das atividades físicas realizadas, levantando dados das suas experiências e deduzindo hipóteses que levem à aquisição do saber elaborado.
Esse saber necessita ser utilizado e aplicado de diversas formas: não só em habilidades e competências escolares, como também no empreendimento de projetos de vida que busquem uma sociedade melhor: com espaços adequados à prática de atividades, disponibilidades reais de tempo para praticar atividades, condições melhores de trabalho, condições apropriadas de lazer, melhores condições motoras tanto para os idosos como para indivíduos portadores de necessidades especiais, etc.
A aquisição de conhecimento sistematizado na aula de Educação Física tem de partir e retornar de um conhecimento relacionado e necessário à vida dos alunos devendo extrapolar os limites da sala de aula, dos muros da escola e favorecendo a tomada de consciência do movimento humano, instrumentalizando-os para interagir melhor com o meio e assim lutar por uma sociedade mais justa que apresente uma diminuição de desigualdades nas oportunidades sociais, visando ao pleno exercício da cidadania na busca de uma melhora na qualidade de vida.
FONTE: Secretária de Estado da Educação Estado de São Paulo, consultado em www.educacao.sp.gov.br ,dia 02 de março de 2011 15:00hrs
Professor Ms Sérgio Roberto SILVEIRA
1. Introdução
A Secretaria de Estado da Educação (SEE), por meio da Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas (CENP), exerce o papel de orientação e estruturação curricular, de apoio pedagógico ao desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem e de elaboração de materiais com relevância educacional. O trabalho realizado pela SEE/CENP na área específica de Educação Física tem como preocupação central promover um ensino de qualidade na rede pública estadual, respaldado em estudos que evidenciem e fortaleçam a relação entre o referido componente curricular e a área de conhecimento correspondente.
As ações da SEE/CENP destinam-se à implantação, implementação, elaboração de materiais, formação continuada e acompanhamento de orientações pedagógicas com vistas ao sucesso do processo ensino-aprendizagem. Os documentos produzidos até o presente representam o resultado das discussões e estudos promovidos na capacitação permanente dos professores da rede. Dentre esses documentos destacam-se: os subsídios para implementação dos Guias Curriculares (1971), as Propostas Curriculares para o ensino de 1º e 2º graus (1992) e a elaboração dessa nova Orientação Curricular abarcando o ensino fundamental e médio.
A presente orientação não constitui um modelo curricular rígido e impositivo; pelo contrário, traz um conjunto de proposições que podem servir de referências ou pontos de partida com base nos quais cada escola, cada professor possa elaborar e desenvolver um currículo capaz de atingir as finalidades do processo de educação escolarizada com eficácia e eficiência, desde que respeitadas as particularidades regionais e institucionais bem como as características sociais, culturais, políticas, étnicas e religiosas da população a que se destina.
É importante enfatizar que essa orientação emanou de um processo amplo de formação continuada, desencadeado pelo Governo de Estado nos últimos anos, para melhorar a qualidade do ensino da Educação Física. Trata-se, portanto, de uma orientação que traz no cerne a discussão com a rede, o que assegura flexibilidade na sua implementação.
Como não poderia deixar de ser, o conteúdo da orientação incorpora as sugestões das várias abordagens apresentadas nos últimos anos para a Educação Física Escolar, devidamente selecionadas com os olhos voltados para os aspectos e elementos em comum e não para diferenças e peculiaridades de cada uma dessas abordagens. Com isso, procurou-se garantir a coerência interna da orientação, evitando-se tanto o viés programático como o ecletismo conceitual, tão criticados nas propostas anteriores.
Um aspecto fundamental dessa orientação é a sua preocupação em relacionar a educação física escolar com a sua área de conhecimento correspondente. Historicamente, a educação física foi identificada muito mais como uma atividade curricular e não como uma disciplina curricular, em virtude da confusão que se fazia entre atividade física e educação física, o que, por sua vez, dificultava a busca e a definição de um corpo de conhecimentos a ser disseminado de forma organizada e seqüencial ao longo do processo de escolarização, como acontece com todas as outras disciplinas curriculares.
Finalmente, a orientação ressalta a especificidade da educação física escolar, com o objetivo de deixar claramente definida a sua função no contexto da educação escolarizada. Os objetivos específicos da educação física devem estar atrelados às finalidades da educação escolarizada, mas não podem ser confundidos com elas. A não definição da sua especificidade tem contribuído fortemente para a identificação da educação física como um coadjuvante do processo de escolarização, sem conteúdo próprio e, portanto, a serviço de outras disciplinas curriculares para a realização de seus objetivos específicos ou como um meio auxiliar para o alcance de metas genéricas não diretamente relacionadas com o processo de escolarização.
2. Um retrospecto sucinto
O primeiro documento elaborado com o intuito de estabelecer as diretrizes gerais para o ensino (correspondente, nos dias atuais, à educação básica) normatizando os encaminhamentos dos componentes que alicerçam a estrutura do currículo em relação às finalidades educacionais e ao processo de ensino-aprendizagem, foi aquele intitulado “Guias Curriculares”, também conhecidos pelos professores como “verdão” em decorrência da cor da capa do material. Ele foi elaborado no final da década de sessenta e início da década de setenta do século passado e deve-se reconhecer que representou um avanço nas orientações educacionais do Estado e do país, apesar das críticas recebidas.
Nesse documento, a Educação Física foi tratada como pertencente à área de comunicação e expressão, juntamente com a Língua Portuguesa e a Educação Artística (tal como foi chamada na época). Dentre as críticas feitas ao documento podem-se destacar resumidamente as seguintes: a desconsideração das peculiaridades regionais de cada comunidade por causa dos encaminhamentos que pressupunham uma cultura única para o Estado inteiro; os objetivos educacionais que foram chamados de mecanicistas por estabelecerem referenciais para as características dos alunos com base em dados exteriores aos da população brasileira; os parâmetros de avaliação que conceberam a aprendizagem do conhecimento como um processo homogêneo para todos, relegando as diferenças individuais.
À Secretaria de Estado da Educação de São Paulo coube a tarefa de elaboração dos subsídios e de realização do programa de capacitação de professores para atuarem nas escolas seguindo esses referenciais. Dessa forma, a SEE/CENP elaborou uma série de materiais para a implementação dos Guias Curriculares e promoveu um programa de capacitação dos professores em massa para vivenciarem as práticas a serem desenvolvidas no trabalho escolar. Os objetivos, bem como a metodologia de ensino, foram identificados como alinhados à corrente mecanicista em razão do método diretivo centrado no professor e da definição prévia dos resultados a serem alcançados.
É oportuno esclarecer que os estudos que precederam à elaboração dos Guias Curriculares foram oriundos do processo educacional desencadeado pelo movimento da Escola Nova. Contudo, a edição do documento e a elaboração dos subsídios teóricos e práticos para a sua implementação foram realizadas no regime político da ditadura militar. As tendências metodológicas de ensino e a formação do profissional de Educação Física também sofreram fortes influências desse movimento político, as quais só foram modificadas com a restauração da democracia.
Com o declínio da ditadura militar e o fortalecimento da democracia, ocorreram várias mudanças na política educacional dos governos federal e estadual. Acompanhando essas mudanças, a SEE/CENP elaborou, na década de 1980, as propostas curriculares para a educação básica, abarcando todos os componentes do ensino.
Concomitantemente a essa reforma no sistema educacional do Estado, observou-se na Educação Física um amplo processo de discussões acadêmicas, especialmente no que diz respeito à definição de seu objeto de estudo e à sua caracterização como uma área de conhecimento. Essas discussões levaram a uma reavaliação das finalidades da Educação Física dentro e fora do contexto escolar.
As propostas curriculares para os diversos componentes do ensino, apresentadas pela SEE/CENP, configuraram-se como um empreendimento inusitado para o Estado de São Paulo. Elaboraram-se duas propostas curriculares específicas para a Educação Física: uma para o ensino de 1º grau (versão final em 1992) e outra para o ensino de 2º grau (1992). Dessa vez, elas procuraram respeitar as características regionais do Estado e contribuíram significativamente para a consolidação de um trabalho sério de Educação Física em São Paulo e, por que não dizer, no país.
Esse processo atravessou todo o período de efervescência das discussões acadêmicas ocorridas na Educação Física, que resultaram numa série de abordagens para o seu desenvolvimento na instituição escolar. Portanto, o conteúdo das propostas foi influenciado por essas tendências e orientações, dificultando a definição de uma diretriz pedagógica coerente que abarcasse tanto o ensino de 1º grau como de 2º grau. Os seus pressupostos teóricos reportavam-se a diferentes abordagens, mas ao cabo das discussões caminhou-se para um tratamento metodológico, o qual a rede estadual chamou genericamente de “socio-interacionista”.
Essa proposta foi testada gradativamente na rede pública estadual. O processo de capacitação de professores deu-se de forma mais centralizada, ou seja, a SEE/CENP trabalhou com os representantes da área específica, pertencentes às oficinas pedagógicas lotadas nas antigas Delegacias de Ensino. Esses representantes da área eram os responsáveis pela capacitação subseqüente dos professores jurisdicionados em sua região. Grandes avanços foram observados com a implementação, especialmente no que se refere aos encaminhamentos dos enfoques educacionais, à elevação do status da Educação Física na instituição escolar e ao processo metodológico que se instaurava, denominado de “construtivismo”. Segundo a proposta curricular para o ensino de Educação Física no 1º grau:
No construtivismo, a intenção é a construção do conhecimento a partir da interação do sujeito com o mundo, numa relação que extrapola o simples exercício de ensinar e aprender. A dinâmica do construir o saber é ampla, incluindo necessariamente as idéias de ‘descobrir’, de ‘inventar’, de ‘redescobrir’, de ‘criar’. Importa tanto ‘o que fazer ’ quanto o ‘como e por que fazer’, e paradoxalmente, não importa somente a explicação da ação senão interiorizada e a serviço da aquisição de um modo próprio, peculiar e inovador de pensar. A explicação da ação se fará no sentido de compreensão, posto que conhecer é atribuir um sentido, um significado, que dependerá das estruturas mentais que se possui.
Se a ação pedagógica do professor for norteada por esse modo de pensar, a metodologia da Educação Física terá como referenciais as condições concretas do aluno, o conhecimento dos períodos de seu desenvolvimento relacionados aos esquemas de elaboração mental, o respeito a sua individualidade, sem perder de vista o contexto grupal no qual o aluno está inserido. (Proposta curricular para o ensino de Educação Física para o 1º grau, 1992, p.9-10).
As críticas apontadas a essa metodologia de ensino diziam respeito principalmente à contraposição do construtivismo - apresentado como salvador da educação - ao mecanicismo - caracterizado como retrógrado e ultrapassado. Na realidade, era muito difícil apontar um professor como mecanicista ou construtivista isoladamente, dadas as características de seu próprio processo de formação no ensino superior, que não preparava o futuro professor nem para atuar somente de uma maneira ou de outra. Na prática, os resultados apontavam para um professor com um determinado discurso em relação à fundamentação teórica, mas sem saber ao certo como resolver o problema da intervenção prática em razão de encontrar-se num momento de transição.
Na década de noventa do século passado, o sistema de ensino deparou-se com a elaboração da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9394/96 e dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) pelo governo federal, para todos os componentes do ensino escolar. Com relação à Educação Física, os autores do PCN não foram os mesmos para os diferentes documentos produzidos: séries iniciais do ensino fundamental, séries finais do ensino fundamental e para o ensino médio. O resultado foi um documento que evidenciava uma descontinuidade de conteúdo no processo educacional. Além disso, ele não foi capaz de considerar adequadamente os aspectos regionais de cada estado brasileiro. Mesmo assim, alguns avanços foram observados para todo o ensino: a aprendizagem pautada em saberes conceituais, procedimentais e atitudinais, bem como a consideração da aprendizagem em relação ao desenvolvimento de competências e habilidades para se lidar com o conhecimento.
A partir da promulgação da LDB 9.394/96 e da elaboração do PCN (1998), observou-se o surgimento de projetos que mudam o rumo da Educação Física na instituição escolar. No ano
de 2000, a SEE/CENP, com respaldo na LDB 9394/96, implantou o Projeto Correção de Fluxo do Ciclo II, com a finalidade de corrigir a defasagem idade/série que o sistema de avaliação e de reprovação escolar produziu ao longo dos anos anteriores. O projeto tinha a finalidade de proporcionar ao aluno que o freqüentasse durante o período de um a dois anos, um salto nas séries escolares, de forma não seqüencial, de modo que ele conseguisse despertar para as competências e habilidades para se lidar com o conteúdo, independentemente da série escolar a que fosse remanejado. Dessa forma, estaria novamente em condições de acompanhar o seu grupo de colegas de mesma idade e que compartilhasse dos mesmos interesses.
Assim, a SEE/CENP contratou da Ong CENPEC (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Ações Complementares à Escola e Política Públicas), em 2000, os serviços de produção de materiais e de capacitação de professores para os docentes que assumissem as aulas dessas classes. O modelo de capacitação desenvolvido foi o centralizado: preparavam-se os Assistentes Técnicos Pedagógicos (ATP) do núcleo das oficinas pedagógicas das chamadas Diretorias Regionais de Ensino do Estado; os ATP tinham a função de capacitar posteriormente os professores de suas diretoras de ensino, os quais haviam se inscrito para implantação do r
E ferido projeto.
A capacitação foi fundamentada numa proposta pedagógica elaborada para todos os componentes curriculares e para a escola como um todo, pautada nos seguintes elementos: trabalho heterogêneo (consideração das diferenças individuais), trabalho diversificado (favorecendo a participação do aluno em atividades coletivas, em grupos e na forma individual), aprendizagem não homogênea (consideração dos diferentes ritmos de aprendizagem) e com um processo de avaliação apontando os avanços na aprendizagem e olhando para as dificuldades como redimensionadoras do processo ensino-aprendizagem.
Diferentemente de outros componentes curriculares, como a Educação Física ainda não tinha um material pronto, o mesmo foi sendo discutido, produzido e testado paulatinamente com o próprio grupo de ATP e depois com o grupo de professores que assumiriam as aulas do projeto. Isso possibilitou uma experiência muito interessante da qual se pode destacar o seguinte: o procedimento metodológico que foi constituído de três fases - a prática, a reflexão e o registro; o conteúdo selecionado apresentava um recorte no currículo para dar atendimento à potencialização de competências e habilidades e proporcionar um salto qualitativo na recuperação da demanda de defasagem idade/série - esse recorte de conteúdo foi organizado em três temáticas relacionadas ao objeto de estudo, sem necessariamente apresentar uma seqüência de aprendizagem.
A partir dos resultados de aprendizagem favoráveis que esse projeto produziu na rede pública estadual, a SEE/CENP estabeleceu uma nova ação: a de irradiação dos fundamentos da proposta pedagógica e da metodologia de ensino a todos os professores/alunos do ensino regular do ensino fundamental e médio. Essa ação foi desenvolvida mais como uma sensibilização, mas os professores que ousaram aplicar esse projeto na prática obtiveram resultados muito satisfatórios na aprendizagem significativa de conhecimentos específicos por parte dos alunos, o que o transformou no referencial para o trabalho no ano de 2003.
Em 2003, por meio da Resolução 184/02, a SEE implantou as aulas de Educação Física nas séries iniciais do ensino fundamental, desenvolvidas pelo professor especialista da área. Isso implicou uma reorganização do trabalho a ser desenvolvido no ensino fundamental e, como conseqüência, no ensino médio. Dois fóruns de Educação Física Escolar foram realizados em 2002, com o intuito de discutir a entrada do professor especialista em toda a escolarização do ensino fundamental e médio. O grupo de ATPs e professores especialistas que participaram dos fóruns destacaram, em relação ao encaminhamento de 2003, a relevância dos avanços obtidos na área e as experiências metodológicas obtidas a partir da implantação do projeto Correção de Fluxo do Ciclo II.
Levando-se em consideração as reivindicações e a história do profissional especialista da própria rede estadual de ensino, iniciou-se a implementação de um trabalho que partiu da disseminação das experiências bem sucedidas dos professores para todo o ensino fundamental e médio. Dessa forma, a presente proposta curricular incorpora, no seu conteúdo, um trabalho que já está sendo discutido, implementado e testado junto à rede estadual de ensino.
3. Uma nova visão da área de Educação Física
O trabalho com a Educação Física na instituição escolar remete-nos ao ensino acerca do objeto de estudo da área de conhecimento correspondente: o movimento humano ou, mais especificamente, a cultura do movimento. A Educação Física Escolar responsabiliza-se pela disseminação dos saberes escolares relativos à especificidade da área de conhecimento, ou seja, orientação e aplicação pedagógica desse conhecimento específico para contribuir na formação de um cidadão autônomo, crítico e participativo, capaz de atuar com competência, responsabilidade e dignidade na sociedade em que vive e assim contribuir para a sua constante transformação.
O esporte, o jogo, a ginástica, o exercício e a dança são categorias de movimento que se caracterizam como fenômenos socioculturais e constituem parte importante do acervo cultural da humanidade, as quais podemos denominar de cultura do movimento. O conhecimento sistematizado e acumulado historicamente acerca desses elementos da cultura do movimento é o que a Educação Física Escolar procura disseminar por meio do ensino (Tani & Manoel, 2004). O domínio desse conhecimento sistematizado é um instrumento essencial para o exercício da cidadania. Dessa maneira, as aulas de Educação Física na escola ganham um verdadeiro significado, deixando de lado o "fazer pelo fazer", a "prática pela prática", para disseminar e socializar um saber relativo à cultura do movimento, instrumentalizando o aluno para otimizar e potencializar suas capacidades de movimento e assim melhor interagir no meio físico, social e cultural em que vive.
Acredita-se que a disseminação de saberes acerca da cultura do movimento, presentes em práticas motoras variadas - tanto em atividades motoras básicas como culturalmente determinadas (o jogo, por exemplo), assim como em outras atividades do cotidiano - pode proporcionar a aplicação desses conhecimentos de forma adequada à sua condição individual. Podemos ainda apontar que pode potencializar o estímulo para a sua prática regular e sistemática ao longo da vida, adotando conscientemente um estilo de vida ativo na busca de uma melhor qualidade de vida.
Constata-se a existência de um grande interesse por parte da população em praticar atividades físicas regularmente visando à manutenção ou melhoria da saúde, haja vista a adesão das pessoas às campanhas de esclarecimentos e de prática de atividades físicas em parques, centros de lazer, escolas e outras instituições congêneres. Todavia, a aderência dessa população à prática da atividade física ao longo da vida, necessita de esclarecimentos para uma tomada de consciência não apenas dos seus benefícios, mas também para construir canais de reivindicações capazes de transformar a realidade social encontrada (Saba, 2001).
Por outro lado, uma parcela significativa da população ainda não tomou consciência da importância da prática regular e sistemática de atividade física, sofrendo conseqüências danosas à saúde causadas pelo sedentarismo: aumento dos índices de obesidade, problemas cardíacos, stress e perda gradativa do potencial de determinadas capacidades físicas que podem levar à perda de autonomia de movimento, com sérias implicações sociais. Essa falta de consciência pode ser observada também na prática inadequada de atividades físicas, com sérias conseqüências, como lesões no aparelho locomotor por causa de sobrecarga excessiva, tendinites, problemas posturais, desvios de coluna e assim por diante. O pobre desenvolvimento do repertório motor é um outro importante aspecto a ser considerado, pois implica muitas vezes em exclusão social, ocasionada pela falta de habilidade em realizar movimentos necessários para a efetiva interação com o ambiente físico, social e cultural, como, por exemplo, dançar num baile informal ou participar de um jogo numa situação de lazer.
Diante desse quadro, o desafio que se coloca à Educação Física Escolar é muito grande: fomentar a disseminação do conhecimento acerca do movimento humano, promovendo situações no processo ensino-aprendizagem que contribuam para a conquista da autonomia e consciência como cidadão crítico. Durante as aulas de Educação Física, os alunos precisam ser estimulados a participarem e vivenciarem diversos movimentos, bem como a refletirem acerca das atividades físicas realizadas, levantando dados das suas experiências e deduzindo hipóteses que levem à aquisição do saber elaborado.
Esse saber necessita ser utilizado e aplicado de diversas formas: não só em habilidades e competências escolares, como também no empreendimento de projetos de vida que busquem uma sociedade melhor: com espaços adequados à prática de atividades, disponibilidades reais de tempo para praticar atividades, condições melhores de trabalho, condições apropriadas de lazer, melhores condições motoras tanto para os idosos como para indivíduos portadores de necessidades especiais, etc.
A aquisição de conhecimento sistematizado na aula de Educação Física tem de partir e retornar de um conhecimento relacionado e necessário à vida dos alunos devendo extrapolar os limites da sala de aula, dos muros da escola e favorecendo a tomada de consciência do movimento humano, instrumentalizando-os para interagir melhor com o meio e assim lutar por uma sociedade mais justa que apresente uma diminuição de desigualdades nas oportunidades sociais, visando ao pleno exercício da cidadania na busca de uma melhora na qualidade de vida.
FONTE: Secretária de Estado da Educação Estado de São Paulo, consultado em www.educacao.sp.gov.br ,dia 02 de março de 2011 15:00hrs
sexta-feira, 4 de março de 2011
músculos topico apoio a aula sobre músculos ensino fundamental I 3o e 4o anos
ESCOLA:E.E JORGE FERREIRA
TURMAS: FUNDAMENTAL I 3o e 4o ANOS
AULA: CORPO HUMANO
TÓPICO: MÚSCULOS E.E JORGE FERREIRA ,FUNDAMENTAL I 3o e 4o ANOS.
DISCIPLINA : EDUCAÇÃO FÍSICA
PROFESSOR: CLÁUDIO
O nosso corpo é possui 4 camadas são elas:
1 pele
2 gordura
3 músculos
4 ossos
MÚSCULOS
A principal função dos músculos é gerar movimento,nosso corpo possui aproximadamente 600 músculos.
Tipos de Músculos
Músculo estriado esquelético
Músculo liso
Músculo cardiaco
No momento o músculo que vamos tratar é o MÚSCULO ESTRIADO ESQUELÉTICO,é este tipo de músculo que gera movimento ,andar,correr,jogar,bola,subir escadas e tantos outros movimentos.

Os músculos são ligados aos ossos,para o músculo gerar movimento ele deve estar ligado no mínino a dois ossos.
QUESTÕES
Quais são as camadas do corpo humano
Qual tipo de músculo do corpo humano gera movimento
Qual a principal função do músculo estriado esquelético
Onde estão ligados o músculos estriados esquelético
TURMAS: FUNDAMENTAL I 3o e 4o ANOS
AULA: CORPO HUMANO
TÓPICO: MÚSCULOS E.E JORGE FERREIRA ,FUNDAMENTAL I 3o e 4o ANOS.
DISCIPLINA : EDUCAÇÃO FÍSICA
PROFESSOR: CLÁUDIO
MÚSCULOS E O MOVIMENTO
A vida é movimento, não existe vida sem movimento ,nosso corpo está sempre em movimento, mesmo quando dormimos estamos em constante movimento,assim qual parte do nosso corpo gera o movimento.O nosso corpo é possui 4 camadas são elas:
1 pele
2 gordura
3 músculos
4 ossos
MÚSCULOS
A principal função dos músculos é gerar movimento,nosso corpo possui aproximadamente 600 músculos.
Tipos de Músculos
Músculo estriado esquelético
Músculo liso
Músculo cardiaco
No momento o músculo que vamos tratar é o MÚSCULO ESTRIADO ESQUELÉTICO,é este tipo de músculo que gera movimento ,andar,correr,jogar,bola,subir escadas e tantos outros movimentos.

Os músculos são ligados aos ossos,para o músculo gerar movimento ele deve estar ligado no mínino a dois ossos.
QUESTÕES
Quais são as camadas do corpo humano
Qual tipo de músculo do corpo humano gera movimento
Qual a principal função do músculo estriado esquelético
Onde estão ligados o músculos estriados esquelético
terça-feira, 1 de março de 2011
Atropelamento de ciclistas
Bancário que atropelou ciclistas
no RS procura clínica psiquiátrica
Instituição na zona sul de Porto Alegre informou que não há vagas para internação
O bancário Ricardo Neis, de 47 anos, investigado pelo atropelamento de ciclistas em Porto Alegre, procurou atendimento na clínica psiquiátrica São José, na zona sul de Porto Alegre, nesta terça-feira (1º). De acordo com a instituição de saúde, ele não ficará internado porque não há vagas. Os advogados de Neis não foram localizados para explicar os motivos da busca pela internação e a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Estado informou que a decisão sobre o pedido de prisão só deve sair nesta quarta-feira (2).
O titular da Delegacia de Trânsito, Gilberto Montenegro, afirmou, nesta manhã, que o bancário será indiciado por tentativa de homicídio doloso (quando há intenção) duplamente qualificado - por motivo fútil e redução de defesa das vítimas. Montenegro explicou que a Polícia Civil demorou para apresentar o pedido porque aguardava para ouvir os dois lados do caso e analisar os vídeos que registraram as imagens do acidente - segundo ele, fundamentais para embasar a solicitação.
Outra questão que contribuiu para o pedido de prisão preventiva é o fato de Neis já ter antecedentes por agressão contra a ex-mulher, registrada na Delegacia da Mulher, entre 2009 e 2010. No trânsito, seu histórico de multas inclui infração por excesso de velocidade, trânsito na calçada, na contramão, em marcha ré e por conversão proibida, segundo o Ministério Público do Rio Grande do Sul.
Atropelamento
No início da noite da sexta-feira (25), cerca de 12 ciclistas foram atropelados quando faziam um passeio na região central de Porto Alegre. Três ciclistas foram encaminhados ao Hospital de Pronto Socorro e foram liberados. Depois do acidente, o motorista fugiu do local. O carro foi encontrado na madrugada de sábado (26), abandonado em um bairro da zona leste da capital gaúcha.
fonte:www.r7.com
no RS procura clínica psiquiátrica
Instituição na zona sul de Porto Alegre informou que não há vagas para internação
O bancário Ricardo Neis, de 47 anos, investigado pelo atropelamento de ciclistas em Porto Alegre, procurou atendimento na clínica psiquiátrica São José, na zona sul de Porto Alegre, nesta terça-feira (1º). De acordo com a instituição de saúde, ele não ficará internado porque não há vagas. Os advogados de Neis não foram localizados para explicar os motivos da busca pela internação e a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Estado informou que a decisão sobre o pedido de prisão só deve sair nesta quarta-feira (2).
O titular da Delegacia de Trânsito, Gilberto Montenegro, afirmou, nesta manhã, que o bancário será indiciado por tentativa de homicídio doloso (quando há intenção) duplamente qualificado - por motivo fútil e redução de defesa das vítimas. Montenegro explicou que a Polícia Civil demorou para apresentar o pedido porque aguardava para ouvir os dois lados do caso e analisar os vídeos que registraram as imagens do acidente - segundo ele, fundamentais para embasar a solicitação.
Outra questão que contribuiu para o pedido de prisão preventiva é o fato de Neis já ter antecedentes por agressão contra a ex-mulher, registrada na Delegacia da Mulher, entre 2009 e 2010. No trânsito, seu histórico de multas inclui infração por excesso de velocidade, trânsito na calçada, na contramão, em marcha ré e por conversão proibida, segundo o Ministério Público do Rio Grande do Sul.
Atropelamento
No início da noite da sexta-feira (25), cerca de 12 ciclistas foram atropelados quando faziam um passeio na região central de Porto Alegre. Três ciclistas foram encaminhados ao Hospital de Pronto Socorro e foram liberados. Depois do acidente, o motorista fugiu do local. O carro foi encontrado na madrugada de sábado (26), abandonado em um bairro da zona leste da capital gaúcha.
fonte:www.r7.com
domingo, 27 de fevereiro de 2011
BASQUETE FUNDAMENTO PASSE

Passe
O passe tem como objetivo a colocação da bola num companheiro que se encontre em melhor posição, para a criação de situações de finalização ou para a progressão no terreno de jogo. Existem vários tipos de passe: peito, picado, por cima com 2 mãos, lateral com 1 mão, por trás das costas, etc.
Passe com uma mão ou tipo basebol Usado para lançar a bola mais longe.
Técnicas determinantes:
jogue a bola com uma mão.
Técnicas determinantes:
jogue a bola com uma mão.
Passe de peito
Como o nome indica, com a bola à altura do peito é arremessada frontalmente na direcção do alvo. Neste movimento os polegares é que darão força ao passe e as palmas das mãos deverão apontar para fora no final do gesto técnico.
Técnicas determinantes:
1.Colocar os cotovelos junto ao corpo;
2.Avançar um dos apoios;
3.Executar um movimento de repulsão com os braços;
4.Executar a rotação dos pulsos;
5.Após a execução do passe, deve-se ficar com as palmas das mãos viradas para fora e os polegares a apontar para dentro e para baixo.
Técnicas determinantes:
1.Colocar os cotovelos junto ao corpo;
2.Avançar um dos apoios;
3.Executar um movimento de repulsão com os braços;
4.Executar a rotação dos pulsos;
5.Após a execução do passe, deve-se ficar com as palmas das mãos viradas para fora e os polegares a apontar para dentro e para baixo.
Passe picado ou quicado
Muito semelhante ao passe de peito, tendo em conta que o alvo inicial é o solo; O ressalto da bola terá um objetivo comum ao do passe de peito, isto é, a mão alvo do colega ou as zonas próximas do peito.
Técnicas determinantes:
1.Colocar os cotovelos junto ao corpo;
2.Avançar um dos apoios;
3.Executar um movimento de repulsão com os braços.
[editar] Passe de ombro (ou de basebol)É utilizado nas situações que solicitam um passe comprido. A bola é lançada como no lançamento de uma bola no baseball (daí o nome). É um tipo de passe com uma trajectória linear (sem arco), e em direcção ao alvo.
Técnicas determinantes:
1.Segurar a bola com as duas mãos e por cima do ombro;
2.Colocar o cotovelo numa posição levantada;
3.Avançar o corpo e a perna do lado da bola;
4.Fazer a extensão do braço e finalizar o passe para as distancias maiores.
Técnicas determinantes:
1.Colocar os cotovelos junto ao corpo;
2.Avançar um dos apoios;
3.Executar um movimento de repulsão com os braços.
[editar] Passe de ombro (ou de basebol)É utilizado nas situações que solicitam um passe comprido. A bola é lançada como no lançamento de uma bola no baseball (daí o nome). É um tipo de passe com uma trajectória linear (sem arco), e em direcção ao alvo.
Técnicas determinantes:
1.Segurar a bola com as duas mãos e por cima do ombro;
2.Colocar o cotovelo numa posição levantada;
3.Avançar o corpo e a perna do lado da bola;
4.Fazer a extensão do braço e finalizar o passe para as distancias maiores.
Passe por cima da cabeça
É usado quando existe um adversário entre dois jogadores da mesma equipe.
Técnicas determinantes:
1.Elevar os braços acima da cabeça;
2.Avançar um dos apoios;
3.Executar o passe com o movimento dos pulsos e dos dedos.
Utilização dos passes
Técnicas determinantes:
1.Elevar os braços acima da cabeça;
2.Avançar um dos apoios;
3.Executar o passe com o movimento dos pulsos e dos dedos.
Utilização dos passes
Passes de peito e picado ou quicado
Utilizado em curtas e médias distâncias.
Passe por cima da cabeça
Passe por cima da cabeça
Também utilizado em curtas e médias distâncias, sendo mais específicos para o pivô.
Passe de ombro
Passe de ombro
Utilizado em médias e longas distâncias, sendo muito utilizados em contra ataques.
fonte:www.wikipédia.com
Atropelamento de ciclistas em Porto Alegre
Pessoal da uma olhada no que este cretino fez,espero que as autoridades tomem uma providencia quanto a atitude deste monstro,tentativa de homicidio,lesão corporal,direção perigosa,rasgou o codigo de transito ,onde esta escrito que o veiculo de maior porte tem a obrigação de proteger o de menor porte,não podemos aceitar uma atitude monstruosa,atropelou os ciclistas sem piedade,utilizou o veiculo como arma,vou acompanhar o desenrolar deste caso para ver no que vai dar ,espero que não fique impune como muitas coisas que acontecem no pais
fonte: www.youtube.com
fonte: www.youtube.com
PARQUE ECOLÓGICO DA SERRA DO MAR ROLE DE BIKE
PASSEIO DE BICICLETA NO PARQUE ECOLÓGICO DA SERRA DO MAR
CLÁUDIO E NINO
NINO PARABÉNS PELA FORÇA DE VONTADE E PELA OPORTUNIDADE DE PEDALAR SUCESSO E PAZ.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
AULA DE BASQUETE FUNDAMENTAL I 4o ANO
AULA DE BASQUETE
Aula de basquete escolar,fundamental I 4o ANO E.E Jorge Ferreira ,Bairro Serraria Diadema,professor Cláudio aula em circuito 6a aula de educação fisica escolar modalidade Basquete.
As primeiras aulas das turmas do ensino fundamental na nossa escola no ano de 2011 foram na modalidade esportiva basquete,opós as 5 primeiras aulas as turmas tiveram contato com a bola de basquete ,realizaram movimentos com e sem posse de bola ,praticaram os fundamentos basicos posição inicial (guarda),deslocamento lateral , e drible,na aula do video os alunos participaram de uma atividade em circuito onde colocaram em pratica os fundamentos trabalhados nas aulas anteriores.
tempo de aula 50 minutos
material :bolas de basquete,cones, postes adaptados ,cesto adptado ,pneus
turmas 30 a 32 alunos.
Ofereço o video as aulas a postagem e todo o trabalho ao PROF.MS Sérgio Maronese (Uniban)
obrigado por me apresentar e me ensinar a amar este esporte maravilhoso ai estão alguns dos seus" netos".
Aula de basquete escolar,fundamental I 4o ANO E.E Jorge Ferreira ,Bairro Serraria Diadema,professor Cláudio aula em circuito 6a aula de educação fisica escolar modalidade Basquete.
As primeiras aulas das turmas do ensino fundamental na nossa escola no ano de 2011 foram na modalidade esportiva basquete,opós as 5 primeiras aulas as turmas tiveram contato com a bola de basquete ,realizaram movimentos com e sem posse de bola ,praticaram os fundamentos basicos posição inicial (guarda),deslocamento lateral , e drible,na aula do video os alunos participaram de uma atividade em circuito onde colocaram em pratica os fundamentos trabalhados nas aulas anteriores.
tempo de aula 50 minutos
material :bolas de basquete,cones, postes adaptados ,cesto adptado ,pneus
turmas 30 a 32 alunos.
Ofereço o video as aulas a postagem e todo o trabalho ao PROF.MS Sérgio Maronese (Uniban)
obrigado por me apresentar e me ensinar a amar este esporte maravilhoso ai estão alguns dos seus" netos".
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
DISCRIMINAÇÃO x PREOCUPAÇÃO

Discriminação disfarçada de preocupação
Domingo de sol e eu louco para fazer um role de carve ,convenci a esposa peguei meu filho e fomos a uma ladeira aqui perto de casa ,bom já estava aquecido havia descido umas 10 vezes desviando os carros parados e em movimento até ai normal já que não existem locais adequados para a pratica de longboard no meu caso carveboard aqui em São Bernardo do Campo nada muito diferente do que ocorre em todo o Brasil,assim temos que pegar o carrinho e sair por ai garimpando uma ladeira para fazer um role,após varias tentativas tombos e frustrações empiricamente localizei um bairro no município que possui ruas adequadas para andar de carveboard e longboard ,bairro dos pássaros próximo ao clube MESC o bairro é de classe alta com ruas largas com declives (descidas ) variados para todos os níveis, com pouco movimento e poucos carros estacionados enfim perfeito para dropar a ladeira e tirar o estresse acumulado durante a semana,ocorre que por se tratar de um “bairro nobre” os moradores não gostam da presença de um CARA ANDANDO DE SKATE (CARVEBOARD) assim entre olhares de curiosidade e medo os moradores avisam a segurança do bairro ligam para a POLÍCIA que passam olhando e vão embora afinal é só um cara andando de “SKATE”,porém nesse final de semana foi incrível o que aconteceu estava dropando a rua dos CURRUIRAS uma descida legal e sem carros com o fluxo de transito de mão única e deslocando de frente para quem desce assim em outras palavras perfeito ,deixei a esposa no carro filmando o role e meu filho de lado assistindo quando surgiu na rua um carrão importado de mais de 100 contos parou próximo do inicio da rampa e ficou me esperando chegar ,estava subindo uma rua de 500mts puxando o carve e o cidadão me esperando pensei vou mandar esse cara se f.......,mais pensei melhor e resolvi atender o cidadão com educação ,assim o senhor de uns 50 anos olhou para mim e disse : Posso te dar um dica ,porque você não vai andar na rua ao lado aqui é perigoso os carros vem de frente a outra rua tem menos movimento ,expliquei para ele que aquela rua era a ideal e o cidadão ficou sem graça e sem argumentos para me retirar do local,ficou claro a atitude discriminatória do cara ele não conseguiu disfarçar a frustração quando informei que não sairia do local ,ele não estava preocupado com a minha integridade física e sim com a minha indesejada presença .
CONFRONTO DE CARVEBOARD ENTRE MARCAS E EQUIPES
DIAS 12 E 13 DE FEVEREIRO DE 2011 - ILHA PORCHAT – SÃO VICENTE/SP/BRASIL
CRONOGRAMA
TERÇA – 08/02
• 21 horas – simulação para treinamento de árbitros e reconhecimento do circuito
(no local da competição);
SÁBADO – 12/02
• 14 horas – Pedágio para adesivagem de veículos e distribuição de folders informativos
(em frente a entrada principal do Ilha Porchat Clube/SV);
• 15 horas – Simpósio Técnico p/ esclarecimento de dúvidas sobre a competição
(nas dependências do Ilha Porchat Clube/SV);
• 19 horas – Festa de Lançamento c/ as bandas Mão Armada e Conexão Baixada
(Mosteiro Hostel, Morro dos Barbosas/SV);
DOMINGO – 13/02
• 08 horas – Clínica de Aprendizado
(ladeira da mansão);
• 09 horas – Ação Ambiental
(encostas da ilha);
• 10 horas – Confronto entre as duplas
(do terraço até o juá);
Obs.: o cronograma da competição será conhecido, na íntegra, no Simpósio Técnico!
• 17 horas – Premiação e encerramento.
(mirante).
Objetivos:
• difundir o CARVEBOARD como prática esportiva, saudável e segura, detentora de uma identidade própria, que vem conquistando espaço crescente no rico cenário dos esportes de pranchas;
• apresentar a um novo público, recursos para iniciar na prática do carveboard, através da realização de CLÍNICAS DE APRENDIZADO, ministradas pelos melhores carveboarders do país, embasados por uma didática simples, proporcionando aos interessados, conhecimentos teóricos e práticos sobre o esporte;
• promover a CONFRATERNIZAÇÃO, entre toda comunidade do carveboard, através de uma ampla troca de experiências entre empresas, equipes, atletas, juízes, organizadores, adeptos e admiradores do esporte;
• oferecer aos atletas devidamente inscritos, oportunidade de TREINAMENTO técnico em condições reais de competição;
• proporcionar aos profissionais envolvidos, APERFEIÇOAMENTO das rotinas de trabalho, bem como, criar possibilidades para o DESENVOLVIMENTO de novas técnicas e IMPLANTAÇÃO de novas metodologias;
• DIVULGAÇÃO dos produtos e serviços das empresas apoiadoras, através de um planejamento de marketing funcional, envolvendo um conjunto expressivo de ferramentas publicitárias e espaços planejados para exposições de produtos.
Metodologia:
• o evento contará com a participação de (16) dezesseis duplas que disputarão entre si, em um formato inédito de competição, mais de (8) oito mil reais em prêmios;
• além de um formato totalmente diferenciado de outras competições que já ocorreram no estado de São Paulo ou em território nacional o evento contará com outros diferenciais que prometem atrair e agradar diferentes tipos de público em seus dois dias, consecutivos, de realização.
REGULAMENTO PARA DISPUTAS EM DUPLAS:
Mesmo com todas as dúvidas que um formato de disputa diferenciado, envolvendo uma categoria inédita possa causar, a situação é bem mais simples do que parece, e para entender, basta imaginar exatamente o mesmo sistema implantado na temporada 2010 do Circuito Paulista de Carveboard, salvo pequenas adequações quase que imperceptíveis.
Basicamente, o evento será concebido em cinco fases:
QUALIFICATÓRIA ou 1ª FASE (classificação por pontuação geral), REPESCAGEM (classificação por pontuação geral), QUARTAS (confrontos diretos, eliminação por derrota), SEMIFINAIS (confrontos diretos, eliminação por derrota) e FINAL (confronto direto, definição de campeão e vice).
O campeonato de duplas é bastante simples. Na primeira fase serão duas descidas por atleta, ordenadas através de sorteio, onde a soma simples das quatro descidas de uma mesma dupla indicará a classificação das equipes com base na pontuação geral, qualificando-se apenas as quatro melhores duplas. Na seqüência, todas as demais duplas disputarão uma repescagem, onde cada atleta terá direito a apenas uma descida, onde a soma dessas duas descidas indicará as outras quatro duplas qualificadas para disputa das quartas de final.
CONFRONTOS DIRETOS
Com oito duplas, (as 4 melhores da 1ªF + as 4 melhores da repescagem), disputando apenas quatro vagas, iniciam-se os confrontos diretos entre as duplas, com base na classificação das fases anteriores. Segue exemplo:
JULGAMENTO/CRITÉRIOS:
Basicamente os critérios adotados para o julgamento dessa competição continuam sendo os mesmos, ou seja, VELOCIDADE no momento da preparação, execução e finalização das manobras, DIFICULDADE na execução das mesmas, CONTROLE, CONEXÃO, CRIATIVIDADE e ESTILO, com ênfase para o item APROVEITAMENTO INTEGRAL DO CIRCUITO, considerando a crescente inserção de diferentes rampas e novos obstáculos apresentados a cada temporada.
JULGAMENTO/AFERIMENTO:
A pontuação aferida aos atletas deverá basear-se nos critérios acima, observando a nova tabela de desempenho, descrita a seguir. Após iniciada sua apresentação, o competidor poderá obter o mínimo de ½ e o máximo de 10 pontos, sendo permitido aos árbitros a utilização de notas fracionadas, visando diferenciar de forma minuciosa os desempenhos dos atletas envolvidos em uma disputa, evitando, ao máximo, a ocorrência de empates. Considerando que serão quatro trechos de descidas a serem julgados, a média final do atleta, a cada descida, será obtida através da seguinte equação: MFA=MJT1+MJT2+MJT3+MJT4/4, onde MFA=Média Final do Atleta, MJT1=Média dos Juízes do Trecho 1, MJT2=Média dos Juízes do Trecho 2, MJT3=Média dos Juízes do Trecho 3, MJT4=Média dos Juízes do Trecho 4, dividido por 4, que é exatamente o nº de Núcleos de Julgamento. Eventuais empates serão dirimidos com base nas melhores pontuação, referentes a fase em disputa.
JULGAMENTO/DESEMPENHO:
Algumas sutis alterações foram promovidas na tabela de desempenho das temporadas 2009/2010, conforme segue abaixo:
de 0.5 a 1.9 (FRACO) – de 2.0 a 3.9 (REGULAR) – de 4.0 a 5.9 (BOM) – de 6.0 a 7.9 (MUITO BOM) 8.0 a 10.0 (EXCELENTE)
JULGAMENTO/PERCURSO:
Considerando a disposição do circuito montado, de forma inédita e exclusiva para esse evento, os dois primeiros árbitros julgarão o percurso correspondente entre o portal de largada, até o 1º cotovelo. Já os árbitros responsáveis pelo 2º setor, serão responsáveis pelas avaliações correspondentes entre o 1º tubo e a 1ª rampa de manobra, considerando uma garagem bastante utilizada, entre os mesmos. O 3ºNJ (Núcleo de Julgamento) avaliará todo o desempenho do atleta a partir de sua saída da 1ª rampa de manobra até a sua saída da 2ª rampa de manobra, enquanto no 4º e último trecho do percurso, caberá aos árbitros avaliarem a postura dos participantes, a partir do 2º tubo, até o retorno ao solo, após a rampa de aéreos.
Patrocínio: URBAN SURF BOARDS
Co-patrocínio: TERRAÇO CHOPP/HOT BUTTERED
X! COMUNICAÇÃO DIRETA/HIGH LIFE
Divulgação: CARVERICKS.COM
JORNAL HIGH TIDE
Apoio: PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO VICENTE
Realização: PROJETO SURFE RAÍZES
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA SURF VICENTINO
Organização: DANILO ALVES
surferaizes@hotmail.com
(13) 9157-2692
Jorge Longo
Carvericks
FONTE: http://www.carvericks.com
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
MUNDIAL DE ATLETISMO PARAOLIMPICO 2011
MUNDIAL DE ATLETISMO PARAOLIMPICO
Brasil começa busca por medalhas no Mundial de atletismo
Seleção conta com 25 atletas em Christchurch/Nova Zelândia, para o maior campeonato de todos os tempos.Mais de mil atletas de 70 países entrarão em ação no Campeonato Mundial Paraolímpico de Atletismo em Christchurch/Nova Zelândia. Pela primeira vez na história um país fora da Europa receberá o segundo maior evento para atletas com deficiência do planeta (depois das Paraolimpíadas). .
O Brasil conta com uma delegação de 25 atletas e vem com força máxima: seus medalhistas paraolímpicos Lucas Prado, Terezinha Guilhermina, Ádria Santos, Alan Fonteles, André Oliveira, Antônio Delfino, Jerusa dos Santos, Odair dos Santos, Ozivam Bomfim, Shirlene Coelho, Tito Sena e Yohansson Nascimento.
Um time de respeito que estará na pista do complexo esportivo QE II, de 22 a 30 de janeiro, com metas bem definidas: repetir o resultado de Pequim 2008, quando o país ficou em 10º, conquistando 15 medalhas (quatro de ouro, quatro de prata e sete de bronze). No Mundial de 2006, em Assen, os brasileiros já haviam tido marca semelhante: conquistaram 25 medalhas, sendo quatro de ouro, 11 de prata e 10 de bronze, ficando em 17º no quadro de medalhas e sétimo em total de atletas no pódio.
“Essa equipe é uma soma de talentos. Temos uma nova geração, aliada aos atletas que conquistaram medalhas de ouro em Pequim 2008, àqueles que ainda estavam em seu momento de evolução nas Paraolimpíadas e àqueles que se tornaram realidade depois dos Jogos”, diz o presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Andrew Parsons. “A expectativa é conquistar um resultado melhor do que alcançamos no Mundial de 2006. Além disso, o Mundial, a 18 meses das Paraolimpíadas, será uma referência muito precisa do que teremos em Londres 2012”, completa o dirigente.
Um dos principais nomes do Brasil em Christchurch, Lucas Prado sabe que pode fazer a diferença em relação à campanha na Holanda, há quatro anos.
“Naquela vez levei uma surra de todo mundo”, lembra Lucas, que perdera a visão em 2005, apenas um ano antes da competição, e fazia sua estréia em mundiais. “Agora quero vencer todos para conquistar meu sonho de, como o judoca Antônio Tenório, ser campeão paraolímpico invicto em quatro edições dos Jogos”, diz o velocista alçado à condição de favorito depois de seus três ouros em Pequim 2008.
Para chegar ao resultado esperado, a delegação pisou cedo em solo neozelandês. Desde o dia 7 de janeiro a equipe está em Christchurch que, com seus 400 mil habitantes, é uma das cidades mais preparadas do mundo para receber pessoas com deficiência. Aclimatados ao fuso de 15h de diferença em relação ao Brasil e aos frequentes terremotos (na manhã do dia 20, a equipe foi acordada às 6h com um tremor de 5.1 graus na escala Richter), os atletas já estão em casa.
“O clima é o melhor possível na equipe”, garante o chefe de missão Edílson Rocha Tubiba, ressaltando que todas as noites os atletas se reúnem em uma sala exclusiva do Brasil para jogar cartas, dominó e tocar música. “Fomos muito bem recebidos aqui, estamos como uma ótima estrutura à disposição, com pista, academia, transporte, alimentação e hospedagem de primeira classe... tudo isso esta fazendo com que o grupo pense apenas nos treinamentos e na competição. Esses dias a mais certamente farão com que o Brasil não perca por pequenos detalhes.”, completa o diretor técnico do CPB. Na chegada à Nova Zelândia, a equipe mereceu foto de destaque no jornal local.
Os primeiros a competir, no sábado (22, a partir de 9h, horário local), são Thiago Barbosa (T54, 100m), estreante em mundiais, e Paulo Douglas Souza, atual recordista mundial e líder do ranking F36 no lançamento de dardo. Em seguida será a vez de as campeãs paraolímpicas Terezinha Guilhermina e Ádria Santos (T11) entrarem em ação nos 200m ao lado de Jerusa Santos. Ana Tércia Soares (T12) também compete no primeiro dia a prova de 200m. A mesma distância em que Jenifer Santos (T38) participará na manhã de sábado (horário local). À tarde é a vez dos homens nos 100m: o campeão paraolímpico Lucas Prado e Daniel Mendes Silva, ambos na categoria T11.
Aos 18 anos, o caçula da delegação verde-amarela, Alan Fonteles, da geração 2016, terá um dos principais adversários internacionais pela frente: o sul-africano Oscar Pistorius, dono de quatro ouros paraolímpicos, que ficou conhecido no mundo todo por pleitear a participação nas Olimpíadas de Pequim 2008.
“Vai ser também um grande desafio. Acho que os competidores estão em nível de igualdade e a disputa será bem forte, em Christchurch”, observa Oscar Pistorius.
Além de Pistorius, a dupla americana campeã paraolímpica April Holmes e Jessica Galli são destaques mundiais.
Pelo Brasil, Lucas Prado, campeão paraolímpico nos 100m, 200m e 400m T11, e Terezinha Guilhermina, dona de quatro medalhas paraolímpicas (um ouro, uma prata e dois bronzes) são destaques. Além deles, Odair dos Santos, campeão mundial dos 1.500m T12, que foi reclassificado em agosto de 2010 e, desde então, tem corrido próximo dos recordes mundiais dos 1.500m, 5.000m e 10.000m T11.
Jonathan Santos e Shirlene Coelho completam a lista. Ele bateu sete recordes mundiais do arremesso de peso e do lançamento de disco F40 só em 2010. Ela é a atual recordista mundial do lançamento de dardo F37 e dona da melhor marca do mundo na prova em 2010.
fontes:www.r7.com.br ; www.cpb.org.br
Brasil começa busca por medalhas no Mundial de atletismo
Seleção conta com 25 atletas em Christchurch/Nova Zelândia, para o maior campeonato de todos os tempos.Mais de mil atletas de 70 países entrarão em ação no Campeonato Mundial Paraolímpico de Atletismo em Christchurch/Nova Zelândia. Pela primeira vez na história um país fora da Europa receberá o segundo maior evento para atletas com deficiência do planeta (depois das Paraolimpíadas). .
O Brasil conta com uma delegação de 25 atletas e vem com força máxima: seus medalhistas paraolímpicos Lucas Prado, Terezinha Guilhermina, Ádria Santos, Alan Fonteles, André Oliveira, Antônio Delfino, Jerusa dos Santos, Odair dos Santos, Ozivam Bomfim, Shirlene Coelho, Tito Sena e Yohansson Nascimento.
Um time de respeito que estará na pista do complexo esportivo QE II, de 22 a 30 de janeiro, com metas bem definidas: repetir o resultado de Pequim 2008, quando o país ficou em 10º, conquistando 15 medalhas (quatro de ouro, quatro de prata e sete de bronze). No Mundial de 2006, em Assen, os brasileiros já haviam tido marca semelhante: conquistaram 25 medalhas, sendo quatro de ouro, 11 de prata e 10 de bronze, ficando em 17º no quadro de medalhas e sétimo em total de atletas no pódio.
“Essa equipe é uma soma de talentos. Temos uma nova geração, aliada aos atletas que conquistaram medalhas de ouro em Pequim 2008, àqueles que ainda estavam em seu momento de evolução nas Paraolimpíadas e àqueles que se tornaram realidade depois dos Jogos”, diz o presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Andrew Parsons. “A expectativa é conquistar um resultado melhor do que alcançamos no Mundial de 2006. Além disso, o Mundial, a 18 meses das Paraolimpíadas, será uma referência muito precisa do que teremos em Londres 2012”, completa o dirigente.
Um dos principais nomes do Brasil em Christchurch, Lucas Prado sabe que pode fazer a diferença em relação à campanha na Holanda, há quatro anos.
“Naquela vez levei uma surra de todo mundo”, lembra Lucas, que perdera a visão em 2005, apenas um ano antes da competição, e fazia sua estréia em mundiais. “Agora quero vencer todos para conquistar meu sonho de, como o judoca Antônio Tenório, ser campeão paraolímpico invicto em quatro edições dos Jogos”, diz o velocista alçado à condição de favorito depois de seus três ouros em Pequim 2008.
Para chegar ao resultado esperado, a delegação pisou cedo em solo neozelandês. Desde o dia 7 de janeiro a equipe está em Christchurch que, com seus 400 mil habitantes, é uma das cidades mais preparadas do mundo para receber pessoas com deficiência. Aclimatados ao fuso de 15h de diferença em relação ao Brasil e aos frequentes terremotos (na manhã do dia 20, a equipe foi acordada às 6h com um tremor de 5.1 graus na escala Richter), os atletas já estão em casa.
“O clima é o melhor possível na equipe”, garante o chefe de missão Edílson Rocha Tubiba, ressaltando que todas as noites os atletas se reúnem em uma sala exclusiva do Brasil para jogar cartas, dominó e tocar música. “Fomos muito bem recebidos aqui, estamos como uma ótima estrutura à disposição, com pista, academia, transporte, alimentação e hospedagem de primeira classe... tudo isso esta fazendo com que o grupo pense apenas nos treinamentos e na competição. Esses dias a mais certamente farão com que o Brasil não perca por pequenos detalhes.”, completa o diretor técnico do CPB. Na chegada à Nova Zelândia, a equipe mereceu foto de destaque no jornal local.
Os primeiros a competir, no sábado (22, a partir de 9h, horário local), são Thiago Barbosa (T54, 100m), estreante em mundiais, e Paulo Douglas Souza, atual recordista mundial e líder do ranking F36 no lançamento de dardo. Em seguida será a vez de as campeãs paraolímpicas Terezinha Guilhermina e Ádria Santos (T11) entrarem em ação nos 200m ao lado de Jerusa Santos. Ana Tércia Soares (T12) também compete no primeiro dia a prova de 200m. A mesma distância em que Jenifer Santos (T38) participará na manhã de sábado (horário local). À tarde é a vez dos homens nos 100m: o campeão paraolímpico Lucas Prado e Daniel Mendes Silva, ambos na categoria T11.
Aos 18 anos, o caçula da delegação verde-amarela, Alan Fonteles, da geração 2016, terá um dos principais adversários internacionais pela frente: o sul-africano Oscar Pistorius, dono de quatro ouros paraolímpicos, que ficou conhecido no mundo todo por pleitear a participação nas Olimpíadas de Pequim 2008.
“Vai ser também um grande desafio. Acho que os competidores estão em nível de igualdade e a disputa será bem forte, em Christchurch”, observa Oscar Pistorius.
Além de Pistorius, a dupla americana campeã paraolímpica April Holmes e Jessica Galli são destaques mundiais.
Pelo Brasil, Lucas Prado, campeão paraolímpico nos 100m, 200m e 400m T11, e Terezinha Guilhermina, dona de quatro medalhas paraolímpicas (um ouro, uma prata e dois bronzes) são destaques. Além deles, Odair dos Santos, campeão mundial dos 1.500m T12, que foi reclassificado em agosto de 2010 e, desde então, tem corrido próximo dos recordes mundiais dos 1.500m, 5.000m e 10.000m T11.
Jonathan Santos e Shirlene Coelho completam a lista. Ele bateu sete recordes mundiais do arremesso de peso e do lançamento de disco F40 só em 2010. Ela é a atual recordista mundial do lançamento de dardo F37 e dona da melhor marca do mundo na prova em 2010.
fontes:www.r7.com.br ; www.cpb.org.br
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Sistema excretor/Rins
SISTEMA EXCRETOR
O sistema excretor é formado por um conjunto de órgãos que filtram o sangue, produzem e excretam a urina - o principal líquido de excreção do organismo.

É constituído por um par de rins, um par de ureteres, pela bexiga urinária e pela uretra.
Os rins situam-se na parte dorsal do abdome, logo abaixo do diafragma, um de cada lado da coluna vertebral, nessa posição estão protegidos pelas últimas costelas e também por uma camada de gordura. Têm a forma de um grão de feijão enorme e possuem uma cápsula fibrosa, que protege o córtex - mais externo, e a medula - mais interna.
Cada rim é formado de tecido conjuntivo, que sustenta e dá forma ao órgão, e por milhares ou milhões de unidades filtradoras, os néfrons, localizados na região renal.
O néfron é uma longa estrutura tubular microscópica que possui, em uma das extremidades, uma expansão em forma de taça, denominada cápsula de Bowman, que se conecta com o túbulo contorcido proximal, que continua pela alça de Henle e pelo túbulo contorcido distal; este desemboca em um tubo coletor. São responsáveis pela filtração do sangue e remoção das excreções.
Como funcionam os rins
O sangue chega ao rim através da artéria renal, que se ramifica muito no interior do órgão, originando grande número de arteríolas aferentes, onde cada uma ramifica-se no interior da cápsula de Bowman do néfron, formando um enovelado de capilares denominado glomérulo de Malpighi.
O sangue arterial é conduzido sob alta pressão nos capilares do glomérulo. Essa pressão, que normalmente é de 70 a 80 mmHg, tem intensidade suficiente para que parte do plasma passe para a cápsula de Bowman, processo denominado filtração.Essas substâncias extravasadas para a cápsula de Bowman constituem o filtrado glomerular.
Esse líquido muito concentrado passa então a percorrer o ramo ascendente da alça de Henle, que é formado por células impermeáveis à água e que estão adaptadas ao transporte ativo de sais.
Dessa forma, estima-se que em 24 horas são filtrados cerca de 180 litros de fluido do plasma; porém são formados apenas 1 a 2 litros de urina por dia, o que significa que aproximadamente 99% do filtrado glomerular é reabsorvido.
Regulação da função renal
A regulação da função renal relaciona-se basicamente com a regulação da quantidade de líquidos do corpo. Havendo necessidade de reter água no interior do corpo, a urina fica mais concentrada, em função da maior reabsorção de água; havendo excesso de água no corpo, a urina fica menos concentrada, em função da menor reabsorção de água.
O principal agente regulador do equilíbrio hídrico no corpo humano é o hormônio ADH (antidiurético), produzido no hipotálamo e armazenado na hipófise. A concentração do plasma sangüíneo é detectada por receptores osmóticos localizados no hipotálamo.
Em outras palavras o ADH impede a perda excessiva de água na urina ,evitando assim a desidratação.
Certas substâncias, como é o caso do álcool, inibem a secreção de ADH, aumentando a produção de urina.
A ELIMINAÇÃO DE URINA
Urina
A urina é um liquido excretado pelos rins através das vias urinárias, pelo qual são eliminadas substâncias desnecessárias ao organismo.
Desempenha um papel importante na regulação do balanço de líquidos e no equilíbrio entre ácidos e bases. Nas pessoas sadias possui coloração clara (amarelada).
Composição da urina
A urina é composta aproximadamente por 95% de água e 2 % de uréia. Nos 3% restantes, podemos encontrar fosfato, sulfato, amônia, magnésio, cálcio, ácido úrico, creatina, sódio, potássio e outros elementos.
Ureter
Os néfrons desembocam em dutos coletores, que se unem para formar canais cada vez mais grossos. A fusão dos dutos origina um canal único, denominado ureter, que deixa o rim em direção à bexiga urinária.
Bexiga urinária
A bexiga urinária é uma bolsa de parede elástica, dotada de musculatura lisa, cuja função é acumular a urina produzida nos rins. Quando cheia, a bexiga pode conter mais de ¼ de litro (250 ml) de urina, que é eliminada periodicamente através da uretra.
Uretra
A uretra é um tubo que parte da bexiga e termina, na mulher, na região vulvar e, no homem, na extremidade do pênis. Sua comunicação com a bexiga mantém-se fechada por anéis musculares - chamados esfíncteres. Quando a musculatura desses anéis relaxa-se e a musculatura da parede da bexiga contrai-se, urinamos.
videos de apoio a postagem
O sistema excretor é formado por um conjunto de órgãos que filtram o sangue, produzem e excretam a urina - o principal líquido de excreção do organismo.

É constituído por um par de rins, um par de ureteres, pela bexiga urinária e pela uretra.
Os rins situam-se na parte dorsal do abdome, logo abaixo do diafragma, um de cada lado da coluna vertebral, nessa posição estão protegidos pelas últimas costelas e também por uma camada de gordura. Têm a forma de um grão de feijão enorme e possuem uma cápsula fibrosa, que protege o córtex - mais externo, e a medula - mais interna.
Cada rim é formado de tecido conjuntivo, que sustenta e dá forma ao órgão, e por milhares ou milhões de unidades filtradoras, os néfrons, localizados na região renal.
O néfron é uma longa estrutura tubular microscópica que possui, em uma das extremidades, uma expansão em forma de taça, denominada cápsula de Bowman, que se conecta com o túbulo contorcido proximal, que continua pela alça de Henle e pelo túbulo contorcido distal; este desemboca em um tubo coletor. São responsáveis pela filtração do sangue e remoção das excreções.
Como funcionam os rins
O sangue chega ao rim através da artéria renal, que se ramifica muito no interior do órgão, originando grande número de arteríolas aferentes, onde cada uma ramifica-se no interior da cápsula de Bowman do néfron, formando um enovelado de capilares denominado glomérulo de Malpighi.
O sangue arterial é conduzido sob alta pressão nos capilares do glomérulo. Essa pressão, que normalmente é de 70 a 80 mmHg, tem intensidade suficiente para que parte do plasma passe para a cápsula de Bowman, processo denominado filtração.Essas substâncias extravasadas para a cápsula de Bowman constituem o filtrado glomerular.
Esse líquido muito concentrado passa então a percorrer o ramo ascendente da alça de Henle, que é formado por células impermeáveis à água e que estão adaptadas ao transporte ativo de sais.
Dessa forma, estima-se que em 24 horas são filtrados cerca de 180 litros de fluido do plasma; porém são formados apenas 1 a 2 litros de urina por dia, o que significa que aproximadamente 99% do filtrado glomerular é reabsorvido.
Regulação da função renal
A regulação da função renal relaciona-se basicamente com a regulação da quantidade de líquidos do corpo. Havendo necessidade de reter água no interior do corpo, a urina fica mais concentrada, em função da maior reabsorção de água; havendo excesso de água no corpo, a urina fica menos concentrada, em função da menor reabsorção de água.
O principal agente regulador do equilíbrio hídrico no corpo humano é o hormônio ADH (antidiurético), produzido no hipotálamo e armazenado na hipófise. A concentração do plasma sangüíneo é detectada por receptores osmóticos localizados no hipotálamo.
Em outras palavras o ADH impede a perda excessiva de água na urina ,evitando assim a desidratação.
Certas substâncias, como é o caso do álcool, inibem a secreção de ADH, aumentando a produção de urina.
A ELIMINAÇÃO DE URINA
Urina
A urina é um liquido excretado pelos rins através das vias urinárias, pelo qual são eliminadas substâncias desnecessárias ao organismo.
Desempenha um papel importante na regulação do balanço de líquidos e no equilíbrio entre ácidos e bases. Nas pessoas sadias possui coloração clara (amarelada).
Composição da urina
A urina é composta aproximadamente por 95% de água e 2 % de uréia. Nos 3% restantes, podemos encontrar fosfato, sulfato, amônia, magnésio, cálcio, ácido úrico, creatina, sódio, potássio e outros elementos.
Ureter
Os néfrons desembocam em dutos coletores, que se unem para formar canais cada vez mais grossos. A fusão dos dutos origina um canal único, denominado ureter, que deixa o rim em direção à bexiga urinária.
Bexiga urinária
A bexiga urinária é uma bolsa de parede elástica, dotada de musculatura lisa, cuja função é acumular a urina produzida nos rins. Quando cheia, a bexiga pode conter mais de ¼ de litro (250 ml) de urina, que é eliminada periodicamente através da uretra.
Uretra
A uretra é um tubo que parte da bexiga e termina, na mulher, na região vulvar e, no homem, na extremidade do pênis. Sua comunicação com a bexiga mantém-se fechada por anéis musculares - chamados esfíncteres. Quando a musculatura desses anéis relaxa-se e a musculatura da parede da bexiga contrai-se, urinamos.
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
BRADICARDIA

BRADICARDIA
Em condições de repouso, um ritmo sinusal (ritmo de contração elétrica do coração) representa de 60 a 100 ciclos cardíacos por minuto. Uma freqüência cardíaca inferior a 60 batimentos por minuto é denominada bradicardia. Entre atletas bem treinados, especialmente atletas de endurance (resistência física), não é raro encontrar uma acentuada bradicardia fisiológica normal que se aproxima de 40 batimentos por minuto. Ela é considerada normal porque é fruto de uma adaptação acentuada do sistema cardiovascular ao exercício físico. Assim, depois de várias sessões de exercícios como: corrida; natação ou ciclismo o coração do praticante sofrerá uma alteração estrutural básica. O ventrículo esquerdo sofrerá um aumento de tamanho. Isto significa que a câmara que ejeta o sangue oxigenado para os tecidos do nosso corpo estará maior ou ejetando mais sangue por contração. Como conseqüência o coração ejetará mais sangue com menos batimentos cardíacos.
Assim, em uma condição de repouso o coração adaptado ao exercício físico tenderá a estar inibido ou contraindo menos, significa que ao longo de sua vida seu coração baterá alguns milhões de vezes a menos para manter o mesmo fluxo sanguíneo. Também significa que durante o exercício sua freqüência cardíaca baterá menos para sustentar a mesma intensidade de exercício.
Em condições de repouso, um ritmo sinusal (ritmo de contração elétrica do coração) representa de 60 a 100 ciclos cardíacos por minuto. Uma freqüência cardíaca inferior a 60 batimentos por minuto é denominada bradicardia. Entre atletas bem treinados, especialmente atletas de endurance (resistência física), não é raro encontrar uma acentuada bradicardia fisiológica normal que se aproxima de 40 batimentos por minuto. Ela é considerada normal porque é fruto de uma adaptação acentuada do sistema cardiovascular ao exercício físico. Assim, depois de várias sessões de exercícios como: corrida; natação ou ciclismo o coração do praticante sofrerá uma alteração estrutural básica. O ventrículo esquerdo sofrerá um aumento de tamanho. Isto significa que a câmara que ejeta o sangue oxigenado para os tecidos do nosso corpo estará maior ou ejetando mais sangue por contração. Como conseqüência o coração ejetará mais sangue com menos batimentos cardíacos.
Assim, em uma condição de repouso o coração adaptado ao exercício físico tenderá a estar inibido ou contraindo menos, significa que ao longo de sua vida seu coração baterá alguns milhões de vezes a menos para manter o mesmo fluxo sanguíneo. Também significa que durante o exercício sua freqüência cardíaca baterá menos para sustentar a mesma intensidade de exercício.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
EMIL ZATOPEKC

Emil Zatopeck a locomotiva humana nascido em 19 de setembro de 1922 na checoslovaquia é o único ser humano a conseguir o feito de vencer os 5.000m, 10.000m e maratona numa mesma Olimpíada. Foi em 1952, em Helsinque na Finlândia, terra de grandes corredores fundistas como Paavo Nurmi.
Zatopeck já havia participado da Olimpíada de Londres-1948, quando foi ouro nos 10.000m e prata nos 5.000m. Mas foi em Helsinque-1952, aos 30 anos de idade, que ele conseguiu um dos maiores feitos do atletismo.
Sua façanha gloriosa começou no domingo com uma confortável vitória nos 10.000m com o novo recorde olímpico de 29:17.0. Dois dias depois participava da eliminatória do 5.000m e na quinta-feira conquistou a medalha de ouro nesta prova com o tempo de 14:06.6. Três dias depois ele enfrentava a maratona em sua a estréia na distância. Como era "calouro", Zatopek resolveu acompanhar os "especialistas" e acabou vencendo com o novo recorde olímpico de 2:23:04.
Apesar do seu estilo desajeitado, Zatopek bateu 20 recordes mundiais em distâncias variando de 5.000m a 30.000m. Em 1951 ele tornou-se o primeiro homem a cobrir 20 km em uma hora (20.052m).
Zatopek ainda participou da maratona da olímpica de Melbourne-1956, apenas 45 dias depois de submeter-se a uma cirurgia de hérnia. Apesar do médico lhe recomendar ficar 2 meses sem correr, Zatopek completou a maratona em sexto lugar.
Zatopeck já havia participado da Olimpíada de Londres-1948, quando foi ouro nos 10.000m e prata nos 5.000m. Mas foi em Helsinque-1952, aos 30 anos de idade, que ele conseguiu um dos maiores feitos do atletismo.
Sua façanha gloriosa começou no domingo com uma confortável vitória nos 10.000m com o novo recorde olímpico de 29:17.0. Dois dias depois participava da eliminatória do 5.000m e na quinta-feira conquistou a medalha de ouro nesta prova com o tempo de 14:06.6. Três dias depois ele enfrentava a maratona em sua a estréia na distância. Como era "calouro", Zatopek resolveu acompanhar os "especialistas" e acabou vencendo com o novo recorde olímpico de 2:23:04.
Apesar do seu estilo desajeitado, Zatopek bateu 20 recordes mundiais em distâncias variando de 5.000m a 30.000m. Em 1951 ele tornou-se o primeiro homem a cobrir 20 km em uma hora (20.052m).
Zatopek ainda participou da maratona da olímpica de Melbourne-1956, apenas 45 dias depois de submeter-se a uma cirurgia de hérnia. Apesar do médico lhe recomendar ficar 2 meses sem correr, Zatopek completou a maratona em sexto lugar.
Ao todo, Zátopek bateu vinte recordes mundiais em distâncias variando de 5.000 m a 30.000 m. O bom humor era o combustível de Emil Zatopeck, a Locomotiva Humana. O tcheco ganhou o apelido,quando correu 62,2 km em apenas 8 dias, conquistando três recordes olímpicos.
Além disso, entre os anos de 1948 e 1954, disputou 38 provas de 10 mil metros, vencendo todas elas. Com uma carreira trilhada em cima de grandes conquistas, Zatopeck brincava com os adversários, com os torcedores e até mesmo com seu treinador.
Emil zatopekc afirmava que é devido a assiduidade,perseverança e força de vontade que o impossivel torna-se possivel(Salomão pag.136)
Diariamente, depois da ginástica matinal, corria de 15 a 40 quilômetros usando a técnica do “treinamento intervalado” ou “treinamento de tiros” criada pelo alemão Woldemar Gerschller.
Nela, intercalam-se os picos de esforço com as pausas para a recuperação, podendo variar de acordo com o estímulo (também conhecido como “tiro”), a duração e intensidade do estímulo, o número de repetições, a duração e a forma de repouso (ativo ou passivo).
A técnica não era levada a sério por esportistas, médicos e cientistas até que Zatopeck revelou que a utilizava em seus treinamentos. Em pouco tempo, esportistas do mundo inteiro passaram a aderir a ela. No total, a Locomotiva Humana bateu 20 recordes mundiais.
Seu treinamento era tão intenso e continuo que,corria sem sair do lugar enquanto distraia-se ,lendo um livro(Salomão)
Em 31 de dezembro de 1953 Zátopec competiu na Corrida de São Silvestre criada pelo jornalista Cásper Líbero para ser disputada no último dia de cada ano. O corredor checo venceu com facilidade sob os aplausos de todos os assistentes.
O recordista nos deixou em 22 de novembro de 2000, em decorrência de um derrame cerebral com complicações respiratórias. Lamentavelmente, os jornais de todo o mundo anunciaram: “A Locomotiva parou”.
fontes: Salomão,Luis Carlos,1987 Esportes:afeto ou agressão;wikipédia,www.copacabanarunners.com.br
domingo, 2 de janeiro de 2011
RIO 2016 LOGOMARCA
Marca dos Jogos Olímpicos Rio 2016 é lançada no Réveillon da Praia de Copacabana
A Praia de Copacabana foi o palco, para o lançamento da marca dos Jogos Olímpicos Rio 2016, nesta sexta-feira, dia 31 de dezembro. A maior comemoração popular da passagem de ano do planeta reuniu cerca de dois milhões de pessoas.A criação coube à agência de design carioca Tátil, selecionada entre oito finalistas, depois de um processo de cinco meses, que contou, em seu início, com a participação de 139 agências
A marca traduz, com inspiração, o espírito olímpico e os atletas, o Rio e os cariocas, sua natureza, sentimentos e aspirações. Juntos, diferentes países, atletas e povos se abraçam – um movimento individual e coletivo que, num segundo olhar, revela um dos mais belos cartões postais do Rio, um Pão de Açúcar vibrante, que balança num gingado feito de alegria, união, celebração e amizade.
FONTE: www.rio2016.com.br
A Praia de Copacabana foi o palco, para o lançamento da marca dos Jogos Olímpicos Rio 2016, nesta sexta-feira, dia 31 de dezembro. A maior comemoração popular da passagem de ano do planeta reuniu cerca de dois milhões de pessoas.A criação coube à agência de design carioca Tátil, selecionada entre oito finalistas, depois de um processo de cinco meses, que contou, em seu início, com a participação de 139 agênciasA marca traduz, com inspiração, o espírito olímpico e os atletas, o Rio e os cariocas, sua natureza, sentimentos e aspirações. Juntos, diferentes países, atletas e povos se abraçam – um movimento individual e coletivo que, num segundo olhar, revela um dos mais belos cartões postais do Rio, um Pão de Açúcar vibrante, que balança num gingado feito de alegria, união, celebração e amizade.
FONTE: www.rio2016.com.br
sábado, 1 de janeiro de 2011
LEI 9696/98
Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI Nº 9.696, DE 1 DE SETEMBRO DE 1998.
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI Nº 9.696, DE 1 DE SETEMBRO DE 1998.
Dispõe sobre a regulamentação da Profissão de Educação Física e cria os respectivos Conselho Federal e Conselhos Regionais de Educação Física.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o O exercício das atividades de Educação Física e a designação de Profissional de Educação Física é prerrogativa dos profissionais regularmente registrados nos Conselhos Regionais de Educação Física.
Art. 2o Apenas serão inscritos nos quadros dos Conselhos Regionais de Educação Física os seguintes profissionais:
I - os possuidores de diploma obtido em curso de Educação Física, oficialmente autorizado ou reconhecido;
II - os possuidores de diploma em Educação Física expedido por instituição de ensino superior estrangeira, revalidado na forma da legislação em vigor;
III - os que, até a data do início da vigência desta Lei, tenham comprovadamente exercido atividades próprias dos Profissionais de Educação Física, nos termos a serem estabelecidos pelo Conselho Federal de Educação Física.
Art. 3o Compete ao Profissional de Educação Física coordenar, planejar, programar, supervisionar, dinamizar, dirigir, organizar, avaliar e executar trabalhos, programas, planos e projetos, bem como prestar serviços de auditoria, consultoria e assessoria, realizar treinamentos especializados, participar de equipes multidisciplinares e interdisciplinares e elaborar informes técnicos, científicos e pedagógicos, todos nas áreas de atividades físicas e do desporto.
Art. 4o São criados o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Educação Física.
Art. 5o Os primeiros membros efetivos e suplentes do Conselho Federal de Educação Física serão eleitos para um mandato tampão de dois anos, em reunião das associações representativas de Profissionais de Educação Física, criadas nos termos da Constituição Federal, com personalidade jurídica própria, e das instituições superiores de ensino de Educação Física, oficialmente autorizadas ou reconhecidas, que serão convocadas pela Federação Brasileira das Associações dos Profissionais de Educação Física - FBAPEF, no prazo de até noventa dias após a promulgação desta Lei.
Art. 6o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 1 de setembro de 1998; 177o da Independência e 110o da República.
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Edward Amadeo
Este texto não substitui o publicado no D.O.U de 2.9.1998
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
roda de capoeira
A Roda de Capoeira foi registrada como Bem Cultural de natureza Imaterial no Livro das Formas de Expressão em 2008. A Roda de Capoeira é um elemento estruturante desta manifestação, espaço e tempo onde se expressam simultaneamente o canto, o toque dos instrumentos, a dança, os golpes, o jogo, a brincadeira, os símbolos e rituais de herança africana, recriados no Brasil.
A Roda de Capoeira profundamente ritualizada, congrega cantigas e movimentos que expressam uma visão de mundo, uma hierarquia e um código de ética que são compartilhados pelo grupo.
Depois de dar a volta ao mundo e alcançar reconhecimento internacional, a capoeira se tornou o mais novo patrimônio cultural brasileiro. O registro desta manifestação foi votado no dia 15 de julho, em Salvador, pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), que é constituído por 22 representantes de entidades e da sociedade civil, e delibera a respeito dos registros e tombamentos do patrimônio nacional.
O instrumento legal que assegura a preservação do patrimônio cultural imaterial do Brasil é o registro, instituído pelo Iphan. Uma vez registrado o bem, é possível elaborar projetos e políticas públicas que envolvam ações necessárias à preservação e continuidade da manifestação.
O presidente do Iphan anunciou a inclusão do ofício dos mestres da capoeira no Livro dos Saberes, e da roda de capoeira no Livro das Formas de Expressão. A divulgação e implementação dessa atividade em mais de 150 países se deve aos mestres, que tiveram sua habilidade de ensino reconhecida.
O pedido de registro da capoeira foi uma iniciativa do Iphan e do Ministério da Cultura, e é o resultado de uma ampla pesquisa realizada entre 2006 e 2007 para a produção de conhecimento e documentação sobre esse bem imaterial. Todo o levantamento foi sintetizado num dossiê final que compõe o processo de registro.
O inventário da capoeira foi produzido por uma equipe multidisciplinar,As pesquisas foram realizadas no Rio de Janeiro, Salvador e Recife, principais cidades portuárias apontadas como prováveis origens desta manifestação, e locais onde havia documentação a respeito.
O plano de preservação é uma conseqüência do registro, e prevê as seguintes medidas de suporte à comunidade capoeirística: um plano de previdência especial para os velhos mestres; o estabelecimento de um programa de incentivo desta manifestação no mundo; a criação de um Centro Nacional de Referência da Capoeira; e o plano de manejo da biriba - madeira utilizada na fabricação do berimbau.
Com a inclusão da capoeira, já existem 14 bens culturais registrados no Brasil.
Mais informações:
Assessoria de Comunicação Iphan / Monumenta
Fones: (61) 3326 8907 / (61) 9972 0050
carine.almeida@iphan.gov.br
ascom@iphan.gov.br
fonte: www.iphan.gov.br
A Roda de Capoeira profundamente ritualizada, congrega cantigas e movimentos que expressam uma visão de mundo, uma hierarquia e um código de ética que são compartilhados pelo grupo.
Depois de dar a volta ao mundo e alcançar reconhecimento internacional, a capoeira se tornou o mais novo patrimônio cultural brasileiro. O registro desta manifestação foi votado no dia 15 de julho, em Salvador, pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), que é constituído por 22 representantes de entidades e da sociedade civil, e delibera a respeito dos registros e tombamentos do patrimônio nacional.
O instrumento legal que assegura a preservação do patrimônio cultural imaterial do Brasil é o registro, instituído pelo Iphan. Uma vez registrado o bem, é possível elaborar projetos e políticas públicas que envolvam ações necessárias à preservação e continuidade da manifestação.
O presidente do Iphan anunciou a inclusão do ofício dos mestres da capoeira no Livro dos Saberes, e da roda de capoeira no Livro das Formas de Expressão. A divulgação e implementação dessa atividade em mais de 150 países se deve aos mestres, que tiveram sua habilidade de ensino reconhecida.
O pedido de registro da capoeira foi uma iniciativa do Iphan e do Ministério da Cultura, e é o resultado de uma ampla pesquisa realizada entre 2006 e 2007 para a produção de conhecimento e documentação sobre esse bem imaterial. Todo o levantamento foi sintetizado num dossiê final que compõe o processo de registro.
O inventário da capoeira foi produzido por uma equipe multidisciplinar,As pesquisas foram realizadas no Rio de Janeiro, Salvador e Recife, principais cidades portuárias apontadas como prováveis origens desta manifestação, e locais onde havia documentação a respeito.
O plano de preservação é uma conseqüência do registro, e prevê as seguintes medidas de suporte à comunidade capoeirística: um plano de previdência especial para os velhos mestres; o estabelecimento de um programa de incentivo desta manifestação no mundo; a criação de um Centro Nacional de Referência da Capoeira; e o plano de manejo da biriba - madeira utilizada na fabricação do berimbau.
Com a inclusão da capoeira, já existem 14 bens culturais registrados no Brasil.
Mais informações:
Assessoria de Comunicação Iphan / Monumenta
Fones: (61) 3326 8907 / (61) 9972 0050
carine.almeida@iphan.gov.br
ascom@iphan.gov.br
fonte: www.iphan.gov.br
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
VIDA DE GOLEIRO I I
Jogando com um time misto, sem o atacante Fernando Torres, o Liverpool empatou por 1 a 1 com o Steua Bucharest, na Romênia, pela quinta rodada do Grupo K da Europa League e garantiu sua classificação à próxima fase da competição, além da primeira colocação da chave.
Os "Reds" abriram o placar com Jovanovic logo aos 19 minutos do primeiro tempo. Depois de tanto pressionar, o empate do Steua veio somente aos 16 minutos da etapa final com o lateral brasileiro Éder Bonfim. O gol dos mandantes teve enorme contribuição do goleiro espanhol Pepe Reina, que levou um 'frango'.
ESPN.com.br / Europa League - Informação é o nosso esporte - VÍDEO: Mesmo com 'frango' de Reina, Liverpool avança em 1º; Napoli empata e segue vivo#video#video
FONTE: ESPN BRASIL
Os "Reds" abriram o placar com Jovanovic logo aos 19 minutos do primeiro tempo. Depois de tanto pressionar, o empate do Steua veio somente aos 16 minutos da etapa final com o lateral brasileiro Éder Bonfim. O gol dos mandantes teve enorme contribuição do goleiro espanhol Pepe Reina, que levou um 'frango'.
ESPN.com.br / Europa League - Informação é o nosso esporte - VÍDEO: Mesmo com 'frango' de Reina, Liverpool avança em 1º; Napoli empata e segue vivo#video#video
FONTE: ESPN BRASIL
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO ENSINO BÁSICO
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
LEI No 8069,DE 13 DE JULHO DE 1990
Dispõe sobre o estatuto da criançã e do adolescente e dá outras providencias
ART. 1o Esta lei dispoe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente.
Pessoal acompanhe os videos do Professor Madeira são muito didáticos até logo
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
LEI No 8069,DE 13 DE JULHO DE 1990
Dispõe sobre o estatuto da criançã e do adolescente e dá outras providencias
TITULO I
Das Disposiçoes Preliminares
ART. 1o Esta lei dispoe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente.
Pessoal acompanhe os videos do Professor Madeira são muito didáticos até logo
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Wallon e a Psicologia Genética

Henri Wallon
Biografia
Henri Wallon nasceu em Paris, França, em 1879. Graduou-se em medicina e psicologia. Fez também filosofia. Atuou como médico na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), ajudando a cuidar de pessoas com distúrbios psiquiátricos. Em 1925, criou um laboratório de psicologia biológica da criança. Quatro anos mais tarde, tornou-se professor da Universidade Sorbonne e vicepresidente do Grupo Francês de Educação Nova – instituição que ajudou a revolucionar o sistema de ensino daquele país e da qual foi presidente de 1946 até morrer, também em Paris, em 1962. Ao longo de toda a vida, dedicou-se a conhecer a infância e os caminhos da inteligência nas crianças.
Wallon foi o primeiro a levar não só o corpo da criança mas também suas emoções para dentro da sala de aula. Fundamentou suas idéias em quatro elementos básicos que se comunicam o tempo todo: a afetividade, o movimento, a inteligência e a formação do eu como pessoa.
Wallon e a Psicologia Genética
Wallon é autor da teoria psicogenética e interacionista do desenvolvimento, ou seja, “a integração organismo-meio e a integração dos conjuntos funcionais; o papel da afetividade nos diferentes estágios
Conjuntos funcionais
Emoções, sentimentos e paixão
Wallon propõe o estudo integrado do desenvolvimento – afetividade, motricidade, inteligência -, como campos funcionais entre os quais se distribui a atividade infantil. O homem é um ser “geneticamente social”.
Para Wallon o meio é um complemento indispensável ao ser vivo, que supre suas necessidades e as suas aptidões sensório-motoras e, depois, psicomotoras.
É um processo dinâmico de mutação constante pela presença de novos meios, novas necessidades e novos recursos que aumentam possibilidades de evolução do indivíduo, que interage com novos desafios e aprendizados.
Wallon e os Domínios Funcionais
Identifica como domínios funcionais as etapas percorridas pela criança: Afetividade, Ato motor, Conhecimento (ou Cognição) e da Pessoa.
O conjunto afetivo são funções responsáveis pelas emoções, sentimentos e paixão.
O conjunto ato motor refere-se à possibilidade de deslocamento do corpo no tempo e no espaço, as reações posturais e equilíbrio corporal.
O conjunto cognitivo são funções voltadas para a conquista e manutenção do conhecimento, por meio de imagens, noções, idéias e representações. É o que permite registrar e rever o passado, avaliar e situar o presente e projetar o futuro.
O conjunto pessoa representa a integração de todas funções e possibilidades.
ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM
Wallon identifica então o processo de alternância na predominância dos conjuntos, em cada estágio de desenvolvimento, por ele classificado em
Impulsivo-emocional (0 a 1 ano) aprendizagem sobre o próprio corpo O QUE SOU?
Sensório-motor (1 a 3 anos) SOU DIFERENTE DOS OBJETOS
Personalismo (3 a 6 anos), oposição aos outros SOU DIFERENTE DOS OUTROS
Categorial (6 a 11 anos), idade escolar “O QUE É O MUNDO’’
Puberdade e adolescência (11 anos em diante). QUEM SOU EU? O QUE SEREI NO FUTURO?
O conjunto afetivo é mais evidenciado nos estágios personalismo, puberdade e adolescência..
Também identifica a alternância de direções, ou seja, no impulsivo-emocional, personalismo, puberdade e adolescência o movimento que predomina é o do afetivo para dentro, para o conhecimento de si.
E no sensório-motor e categorial predomina o cognitivo, para fora, conhecimento do mundo exterior.
O ser humano é organicamente social, isto é, sua estrutura orgânica supõe a intervenção da cultura para se atualizar (Dantas in La Taille, 1992, p. 36).
Wallon (1981) rompe com uma noção de desenvolvimento linear e estática, demonstrando que o ser humano se desenvolve no conflito. Os estágios de desenvolvimento importantes para a formação do ser humano não são demarcados pela idade cronológica, e sim por regressões, conflitos e contradições que propiciem que se reformulem e ampliem conceitos e funções.
Também identifica a alternância de direções, ou seja, no impulsivo-emocional, personalismo, puberdade e adolescência o movimento que predomina é o do afetivo para dentro, para o conhecimento de si.
E no sensório-motor e categorial predomina o cognitivo, para fora, conhecimento do mundo exterior.
O ser humano é organicamente social, isto é, sua estrutura orgânica supõe a intervenção da cultura para se atualizar (Dantas in La Taille, 1992, p. 36).
Wallon (1981) rompe com uma noção de desenvolvimento linear e estática, demonstrando que o ser humano se desenvolve no conflito. Os estágios de desenvolvimento importantes para a formação do ser humano não são demarcados pela idade cronológica, e sim por regressões, conflitos e contradições que propiciem que se reformulem e ampliem conceitos e funções.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
BALA "PERDIDA" MATA CAPOEIRA
CHORA CAPOEIRA!!!!!!!!!!!!!!!
Joel da Conceição Castro foi morto por uma bala perdida, aos dez anos de idade.
O menino, que sonhava ser um mestre de capoeira, estava dentro de casa se preparando pra dormir. Entre parentes e amigos, revolta e dor.
Joel dividia o quarto com o pai. Ele estava perto da janela arrumando o colchão pra dormir quando os tiros assustaram pai e filho. Joel foi levado para o Hospital Geral do Estado, mas o garoto morreu no caminho. Joel chegou a gravar um vídeo institucional em que fala do sonho que nunca vai se realizar.
“Quando eu crescer, quero ser mestre de capoeira”, dizia o garoto na gravação.
ATÉ QUANDO ?.............
Joel da Conceição Castro foi morto por uma bala perdida, aos dez anos de idade.
O menino, que sonhava ser um mestre de capoeira, estava dentro de casa se preparando pra dormir. Entre parentes e amigos, revolta e dor.
Joel dividia o quarto com o pai. Ele estava perto da janela arrumando o colchão pra dormir quando os tiros assustaram pai e filho. Joel foi levado para o Hospital Geral do Estado, mas o garoto morreu no caminho. Joel chegou a gravar um vídeo institucional em que fala do sonho que nunca vai se realizar.
“Quando eu crescer, quero ser mestre de capoeira”, dizia o garoto na gravação.
ATÉ QUANDO ?.............
JONGO
jongo
OBRIGADO POR ACOMPANHAREM O BLOG ,ESTÁ POSTAGEM É SOBRE UMA DANÇA TRADICIONAL ESCRAVA ,COISA MAIS LINDA ESPERO QUE GOSTEM.
SALVE!!!!!! BAMBAM
wwwbambamcapoeira.blogspot.com
Viajando pelo Brasil, procurando conhecer e aprender os passos, gingados dos dançarinos populares, aprendemos que as danças circulam, e que o corpo informa sobre a vida de cada dançarino.” Documentário produzido pelo Canal Futura, apresentado por Antônio Nóbrega e Rosane Almeida. Nesse episódio, o Jongo da Serrinha (Rio de Janeiro), comandado por Dona Maria Mendes. “O Jongo é considerado um dos ritmos precursores do samba, e foi trazido para o Brasil pelos escravos angolanos.
Dança de forma variada, podendo-se dançar rodando, pulando ou arrastando os pés. Cada um dança como sabe. Os dançarinos formam uma roda assim que se inicia o toque dos tambores. Eles cantam em coro, respondendo ao solo de um deles.
Sozinhos ou aos pares, os praticantes vão ao centro da roda, dançam até serem substituídos por outros jongueiros. Muitas vezes, neste momento da substituição, nota-se o elemento coreográfico da umbigada.
Segundo pesquisas, apenas os escravos mais velhos tinham o direito de soltar os pontos, isto é, as falas e versos com adivinhas. Por meio deles, confrontavam seus conhecimentos, já que a linguagem cifrada deveria ser desvendada e a adivinha, respondida. O uso de uma comunicação codificada também evitava que capatazes e senhores compreendessem o que estava sendo articulado pelos escravos na roda de jongo.
OBRIGADO POR ACOMPANHAREM O BLOG ,ESTÁ POSTAGEM É SOBRE UMA DANÇA TRADICIONAL ESCRAVA ,COISA MAIS LINDA ESPERO QUE GOSTEM.
SALVE!!!!!! BAMBAM
wwwbambamcapoeira.blogspot.com
Viajando pelo Brasil, procurando conhecer e aprender os passos, gingados dos dançarinos populares, aprendemos que as danças circulam, e que o corpo informa sobre a vida de cada dançarino.” Documentário produzido pelo Canal Futura, apresentado por Antônio Nóbrega e Rosane Almeida. Nesse episódio, o Jongo da Serrinha (Rio de Janeiro), comandado por Dona Maria Mendes. “O Jongo é considerado um dos ritmos precursores do samba, e foi trazido para o Brasil pelos escravos angolanos.
Dança de forma variada, podendo-se dançar rodando, pulando ou arrastando os pés. Cada um dança como sabe. Os dançarinos formam uma roda assim que se inicia o toque dos tambores. Eles cantam em coro, respondendo ao solo de um deles.
Sozinhos ou aos pares, os praticantes vão ao centro da roda, dançam até serem substituídos por outros jongueiros. Muitas vezes, neste momento da substituição, nota-se o elemento coreográfico da umbigada.
Segundo pesquisas, apenas os escravos mais velhos tinham o direito de soltar os pontos, isto é, as falas e versos com adivinhas. Por meio deles, confrontavam seus conhecimentos, já que a linguagem cifrada deveria ser desvendada e a adivinha, respondida. O uso de uma comunicação codificada também evitava que capatazes e senhores compreendessem o que estava sendo articulado pelos escravos na roda de jongo.
carimbó
CARIMBÓ
CONTEÚDO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO.
ATIVIDADES RITMICAS : MANIFESTAÇÕES E REPRESENTAÇÕES DA CULTURA RITMICA NACIONAL.

CARIMBÓ
Carimbó (região Norte) – De origem africana, esse ritmo, que influenciou a lambada e o zouk, recebeu influências das danças portuguesas e incorporou à sua execução palmas e estalar de dedos. Na coreografia,os homens se dirigem às mulheres batendo palmas, estas, por sua vez, realizam movimentos circulares com a saia.
A dança do carimbó é patrimônio cultural e artístico do Pará desde 3 de dezembro de 2009, quando foi sancionada uma lei estadual com o objetivo de preservar, conservar e proteger as formas de expressão, objetos, documentos, fantasias e músicas dessa dança. (...). De acordo com a lei, cabe ao Estado, por intermédio dos órgãos gestores da política estadual de cultura, registrar, manter e garantir os patrimônios documentais, fonográficos e audiovisuais das entidades civis de direito privado organizadas na representação da Dança do Carimbó. (...). O nome se origina de dois vocábulos da língua tupi: ‘curi’, que significa pau oco; e ‘mbó’, que quer dizer furado, resultando na palavra korimbó, que com o tempo deu origem a curimbó, a qual denomina o tambor característico do ritmo, e carimbó, que remete à dança e à música.
Na dança do carimbó, as vestimentas dos dançarinos e os instrumentos tocados podem variar, segundo a região do Pará em que ela acontece; as mulheres usam saias coloridas, franzidas e amplas, blusas de cor lisa, pulseiras e colares de sementes grandes e flores nos cabelos; os homens usam camisas com as pontas amarradas na altura do umbigo. A dança é feita com os pés descalços. Quando a música começa, os homens se dirigem às mulheres e batem palmas à sua frente para “convidá-las” a dançar e, girando em torno de si mesmo, os pares vão formando um grande círculo, que se movimenta no sentido anti-horário. A música é feita com dois tambores (carimbos), acompanhada por outros instrumentos como o reco-reco, a viola, o ganzá, o banjo a flauta, os maracás, o afoxé e os pandeiros. O canto é simples, com versos curtos sobre o dia a dia de pescadores e lavradores, exaltando seus trabalhos, seus amores e a sua preocupação com o meio ambiente. A dança é realizada aos pares, a partir da formação de duas fileiras, uma de homens e outra de mulheres, dispostas frente a frente.
Fonte: Site do governo do Estado do Pará
CONTEÚDO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO.
ATIVIDADES RITMICAS : MANIFESTAÇÕES E REPRESENTAÇÕES DA CULTURA RITMICA NACIONAL.

CARIMBÓ
Carimbó (região Norte) – De origem africana, esse ritmo, que influenciou a lambada e o zouk, recebeu influências das danças portuguesas e incorporou à sua execução palmas e estalar de dedos. Na coreografia,os homens se dirigem às mulheres batendo palmas, estas, por sua vez, realizam movimentos circulares com a saia.
A dança do carimbó é patrimônio cultural e artístico do Pará desde 3 de dezembro de 2009, quando foi sancionada uma lei estadual com o objetivo de preservar, conservar e proteger as formas de expressão, objetos, documentos, fantasias e músicas dessa dança. (...). De acordo com a lei, cabe ao Estado, por intermédio dos órgãos gestores da política estadual de cultura, registrar, manter e garantir os patrimônios documentais, fonográficos e audiovisuais das entidades civis de direito privado organizadas na representação da Dança do Carimbó. (...). O nome se origina de dois vocábulos da língua tupi: ‘curi’, que significa pau oco; e ‘mbó’, que quer dizer furado, resultando na palavra korimbó, que com o tempo deu origem a curimbó, a qual denomina o tambor característico do ritmo, e carimbó, que remete à dança e à música.
Na dança do carimbó, as vestimentas dos dançarinos e os instrumentos tocados podem variar, segundo a região do Pará em que ela acontece; as mulheres usam saias coloridas, franzidas e amplas, blusas de cor lisa, pulseiras e colares de sementes grandes e flores nos cabelos; os homens usam camisas com as pontas amarradas na altura do umbigo. A dança é feita com os pés descalços. Quando a música começa, os homens se dirigem às mulheres e batem palmas à sua frente para “convidá-las” a dançar e, girando em torno de si mesmo, os pares vão formando um grande círculo, que se movimenta no sentido anti-horário. A música é feita com dois tambores (carimbos), acompanhada por outros instrumentos como o reco-reco, a viola, o ganzá, o banjo a flauta, os maracás, o afoxé e os pandeiros. O canto é simples, com versos curtos sobre o dia a dia de pescadores e lavradores, exaltando seus trabalhos, seus amores e a sua preocupação com o meio ambiente. A dança é realizada aos pares, a partir da formação de duas fileiras, uma de homens e outra de mulheres, dispostas frente a frente.
Fonte: Site do governo do Estado do Pará
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
sistema de ataque voleibol DESMICO
DESMICO É UMA COMBINAÇÃO DE ATAQUE DO VOLEIBOL
Desmico: Forma simplificada de dizer desmicorética;
Desmicorética é uma jogada ensaiada. Caracteriza-se quando o jogador de meio, jogador 3, simula uma cortada no meio da rede e o saída, posição 2, passa por trás e executa a cortada logo após, à sua esquerda. Obs: a origem dos termos micorética e desmicorética se deu nos Jogos Mundiais Universitários, realizados em Paris, em 1957. Foram os atletas da seleção brasileira que copiaram as jogadas da ex-União Soviética e atendendo à sugestão do capitão da equipe, o paulista Álvaro Caíra, adotou esses nomes. Segundo relato de Adolfo Guilherme
fonte: Expressões técnicas e girias do voleibol ;Carlos Eduardo Guilherme (Pacone),apostila didatica Professor Hairton (Paraiba)
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